- Lula convidou investidores estrangeiros a colocar resources no Brasil, dizendo que o país pode ser uma plataforma de negócios para o mundo, não apenas com os Estados Unidos.
- O presidente afirmou que o Brasil busca investimentos de qualquer país que traga tecnologia, fortalecendo a ideia de ser hub de tecnologia e inovação.
- A renovação antecipada dos contratos de concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica foi apresentada por Lula como demonstração de confiança do governo no setor.
- A declaração ocorreu após reunião de três horas com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, com Lula afirmando que a relação com Washington está tranquilizada.
- Lula destacou a base tecnológica do Brasil e afirmou que o país está aberto a discutir temas sensíveis com os EUA, mantendo o controle sobre a energia nacional.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo a investidores estrangeiros durante o evento Sente a Energia, em Brasília, nesta sexta-feira, 8 de maio de 2026. Ele afirmou que o Brasil pode ser plataforma de negócios para empresas de todo o mundo, não apenas para os Estados Unidos, e que recebe capital de qualquer país que traga tecnologia.
Segundo Lula, o governo demonstrou confiança no setor empresarial ao assinar a antecipação dos contratos de concessão de 14 distribuidoras de energia elétrica. A medida, na prática, visa garantir investimentos necessários antes do vencimento previsto.
O presidente lembrou a relação com Washington após a conversa de três horas com o presidente dos EUA, Donald Trump, na Casa Branca. Ele disse estar tranquilo na parceria com os Estados Unidos e afirmou que várias iniciativas devem surgir nos próximos meses.
Lula apontou a base tecnológica do Brasil como atrativo para o capital internacional. O presidente também sinalizou abertura para discutir temas sensíveis para os EUA, como bigtechs e crime organizado, desde que haja respeito mútuo entre as partes.
O chefe do Executivo ressaltou que o país não deseja que a energia nacional fique dominada por agentes externos. Ele enfatizou que o Brasil busca energia para uso interno e que empresas podem produzir sua própria energia, se houver interesse.
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