- Por ordem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o diretor-geral da Polícia Federal levanta quantos delegados estão cedidos a outros órgãos, totalizando já 150 nomes.
- A expectativa é chamar a maioria de volta à PF; apenas permanecerão cedidos os que forem secretários de segurança pública ou ocuparem cargos de diretoria no Ministério da Justiça e Segurança Pública.
- Os demais interessados devem retornar à PF; a lista com os nomes deve sair na semana que vem.
- Hoje a PF tem cerca de dois mil delegados, número considerado insuficiente para cobrir todo o território nacional.
- A ideia é ampliar o efetivo para sustentar operações de combate ao crime organizado e casos de corrupção que acontecem diariamente.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, levante quantos delegados da PF estão cedidos a outros órgãos. O levantamento já atingiu 150 nomes. A expectativa é chamar a maioria de volta à instituição. Apenas permanecerão cedidos aqueles que ocupam secretarias de segurança pública ou cargos de diretoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A lista deve ser divulgada na próxima semana.
A medida visa recompor o efetivo da PF, diante da necessidade de atuação em todo o território nacional. Hoje, a corporação conta com cerca de 2 mil delegados, o que é considerado insuficiente para cobrir as demandas de combate ao crime organizado e à corrupção, entre outras frentes.
Detalhes do levantamento
O processo envolve a verificação de vínculos e funções exercidas pelos delegados cedidos. De acordo com fontes, a maioria deverá retornar à PF, com exceção dos cargos protegidos por funções estratégicas ligadas à segurança pública ou à diretoria do MJSP. A avaliação detalhada deverá ser concluída com a divulgação da lista na semana seguinte.
Impactos operacionais
Com a volta de grande parte dos delegados, a instituição espera ampliar a presença em regiões remotas e reforçar investigações de maior complexidade. As mudanças devem ocorrer de forma gradual para não causar impactos operacionais imediatos em unidades relevantes. A PF informou que seguirá avaliando necessidades específicas de cada região.
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