- O Partido Progressistas adiou o encontro marcado para segunda-feira, 11, que anunciaria o apoio à reeleição do governador Tarcísio de Freitas.
- O adiamento ocorreu um dia após operação da Polícia Federal que investiga Ciro Nogueira em relação ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
- A investigação aponta que Nogueira recebeu vantagens indevidas, incluindo imóvel de alto padrão e custeio de hospedagens, deslocamentos e viagens internacionais.
- O evento ocorreria na Vila Olímpia, em São Paulo, com participação do União Brasil; não há nova data divulgada ainda.
- O PP afirmou que os fatos devem ser esclarecidos com amplo direito de defesa e devido processo legal, e a defesa de Ciro negou participação em atividades ilícitas.
O PP adiou o evento em que Ciro Nogueira oficializaria apoio à reeleição de Tarcísio de Freitas. A cerimônia ocorreria na próxima segunda-feira (11), em São Paulo, com participação do União Brasil. O adiamento acontece após a Polícia Federal sinalizar investigação envolvendo Nogueira e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
A PF aponta que o senador recebeu vantagens indevidas, como uso gratuito de um imóvel de alto padrão e arcar com hospedagens e deslocamentos em viagens internacionais. As apurações integram operação em curso, divulgada na última quinta-feira (7).
Ainda não há nova data anunciada para a divulgação do apoio. O evento ocorreria na Vila Olímpia, bairro da capital paulista, e reuniria representantes do PP e do União Brasil, que compõem a federação União Progressista.
Desdobramentos e reação
A defesa de Ciro Nogueira repudiou a operação, afirmando que ele não teve participação em atividades ilícitas. O PP reiterou que espera esclarecimentos com pleno respeito ao devido processo legal. Flávio Bolsonaro também adotou tom cauteloso sobre o caso.
Na imprensa, a CNN já havia antecipado que o PP planejava anunciar o apoio em 4 de maio, data posteriormente alterada. Executivos do PP ressaltam a necessidade de apuração rigorosa pelas autoridades competentes.
Contexto político
Ciro Nogueira, presidente do PP, foi ministro da Casa Civil entre 2021 e 2022 no governo de Jair Bolsonaro. A atuação do senador e o impacto da investigação são acompanhados por aliados e opositores, que aguardam desdobramentos oficiais.
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