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Polícia prende Diabo Loiro em operação por lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Polícia Civil e Gaeco cumprem onze mandados contra Eduardo Magrini, o Diabo Loiro, por lavagem de dinheiro do PCC; Justiça bloqueia R$ 10 milhões e apreende bens

Eduardo Magrini, conhecido como Diabo Loiro, ex-padrasto de MC Ryan
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  • A Polícia Civil de São Paulo e o Gaeco cumprem 11 mandados de busca e apreensão contra Eduardo Magrini, o Diabo Loiro, suspeito de lavagem de dinheiro do PCC.
  • A investigação aponta que ele usava duas empresas de laranjas, uma de transporte e outra de rodeio, para movimentar e legalizar recursos provenientes do crime.
  • As apurações, em andamento desde dois mil e dezesseis, identificaram movimentações incompatíveis com as rendas declaradas e já levaram ao bloqueio de R$ 10 milhões, além da indisponibilização de veículos e outros bens.
  • O filho dele, Mateus Magrini, também é alvo de buscas e é suspeito de movimentar recursos ilícitos por meio de uma empresa do ramo musical.
  • O caso envolve ainda vínculos com outras operações relacionadas a membros da família, incluindo a prisão anterior de Diabo Loiro em investigação do Gaeco de Campinas.

A Polícia Civil de São Paulo, em parceria com o Gaeco do Ministério Público, deflagrou nesta sexta-feira uma operação contra Eduardo Magrini, conhecido como Diabo Loiro, investigado por lavagem de dinheiro ligada ao PCC. As buscas ocorrem em diversas cidades do estado.

A ação, batizada de Caronte, envolve 11 mandados de busca e apreensão. Os agentes cumprem as ordens em Campinas, Atibaia, Monte Mor, Sumaré, Limeira, Mogi das Cruzes, Osasco e Taquaritinga, com apoio de equipes do NECCOLD do Deinter 2.

Quem está envolvido

Diabo Loiro é investigado pela suposta lavagem de recursos ligados ao tráfico de drogas do PCC. Segundo as apurações, ele utilizava duas empresas de fachada, uma ligada a transporte e outra ao setor de rodeio, para movimentar o dinheiro e simular legitimidade. O filho dele, Mateus Magrini, também figura entre os investigados, sendo alvo de busca por suposta movimentação ilícita via empresa do ramo musical.

Quando e onde ocorreu

A operação começou nesta sexta-feira, com cumprimento de mandados nas cidades mencionadas. O contexto da investigação remete a atividades que se estendem desde 2016, com intensificação após cruzamento de dados fiscais, bancários e informações de órgãos de fiscalização.

Por quê e desdobramentos

A Justiça determinou o bloqueio de 10 milhões de reais das contas dos investigados, além da indisponibilização de veículos e outros bens. A investigação aponta movimentações financeiras incompatíveis com as rendas declaradas, associadas às empresas de fachada usadas para camuflar recursos ilícitos.

Contexto adicional

Entre os ativos apreendidos estão veículos, somando-se ainda cabeças de gado, incluindo o boi Império, premiado em rodeio. O caso envolve ainda a relação do suspeito com o ex-padrasto de MC Ryan, figura ligada a outras investigações de lavagem de dinheiro envolvendo o tráfico e jogos ilícitos.

Fontes oficiais

A apuração é conduzida pela Polícia Civil de SP, pelo Gaeco do Ministério Público e pelo Deinter 2. A operação também envolve informações de órgãos de fiscalização e permanece em andamento para a coleta de evidências.

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