- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que a operação policial que atingiu Ciro Nogueira “não tem nada a ver com a gente” e que busca afastar aliados do desgaste.
- Tarcísio confirmou presença em duas agendas do Progressistas no interior de São Paulo, para o lançamento da pré-candidatura ao Senado de Guilherme Derrite, com participação do senador Flávio Bolsonaro.
- Pessoas próximas a Tarcísio avaliam que o caso não deve afetar a relação com lideranças do Progressistas no estado.
- O governador classificou o Caso Master como “um grande escândalo” e defendeu a continuidade das investigações, afirmando que é preciso que tudo seja esclarecido.
- A operação investiga suspeitos pagamentos do banqueiro Daniel Vorcaro ao senador Ciro Nogueira para atuar a favor do Banco Master; Nogueira nega irregularidades.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que a operação policial que atingiu o senador Ciro Nogueira não tem relação com ele ou com o governo, buscando afastar aliados do desgaste da investigação.
Tarcísio confirmou presença em agendas organizadas pelo Progressistas no interior de São Paulo, ligadas ao lançamento da pré-candidatura ao Senado de Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança, com a participação do senador Flávio Bolsonaro.
Pessoas próximas ao governador avaliam que o caso não deve afetar vínculos com lideranças do PP no estado, mesmo diante das apurações em curso. O elenco político republicano também participa das ações de divulgação.
A operação está ligada ao chamado Caso Master, que investiga pagamentos supostamente feitos pelo banqueiro Daniel Vorcaro para favorecer o Banco Master. Nogueira nega irregularidades, conforme o material disponível.
Tarcísio classificou o episódio como um grande escândalo nacional e afirmou que as apurações devem continuar para esclarecer os fatos. Ele pediu que tudo seja apurado e que valores sejam devolvidos, se comprovadas irregularidades.
Desdobramentos políticos
No âmbito das agendas, Derrite e Flávio Bolsonaro participam de eventos que visam fortalecer a base do PP no estado, enquanto o governo paulista sustenta que não há vínculo com as acusações envolvendo Nogueira.
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