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ALMG homenageia Djonga por trajetória artística e luta antirracista

Assembleia de Minas presta homenagem a Djonga pela trajetória artística e luta antirracista; reunião terá transmissão ao vivo pelo YouTube

Djonga anuncia participação de Marina Sena, Dexter, Samuel Rosa e mais em show em SP
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  • A Assembleia Legislativa de Minas Gerais realiza, na próxima segunda-feira, 11, às 19h, uma reunião especial no Plenário Juscelino Kubitschek para homenagear o rapper Djonga pela trajetória artística e pela luta antirracista.
  • A homenagem foi requerida pela deputada Ana Paula Siqueira e terá transmissão ao vivo pelo YouTube e pela TV Assembleia.
  • Djonga, nascido na Favela do Índio, em Belo Horizonte, suas letras abordam desigualdades, resistência e valorização da cultura mineira.
  • A deputada Ana Paula Siqueira aponta que o reconhecimento marca um avanço histórico para vozes negras, periféricas e da juventude.
  • Djonga afirma que as conquistas são resultado de lutas coletivas e que a homenagem também é para as pessoas que o acompanham e apoiam.

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais vai realizar uma reunião especial na próxima segunda-feira, dia 11, às 19h, no Plenário Juscelino Kubitschek. O objetivo é homenagear o rapper Djonga pela trajetória artística e pela atuação antirracista, com transmissão ao vivo pelo YouTube e pela TV Assembleia.

A iniciativa, apresentada pela deputada Ana Paula Siqueira, busca valorizar a cultura mineira e ampliar o reconhecimento a vozes negras, periféricas e da juventude. Djonga nasceu na Favela do Índio, em Belo Horizonte, e suas letras denunciam desigualdades estruturais.

Reconhecimento histórico

O encontro ressalta a atuação do artista na cultura, no hip hop e na luta contra o racismo. Djonga enfatiza a resistência de comunidades que moldaram sua visão e obra, destacando a importância de espaços de expressão e de participação social.

Para a deputada Ana Paula Siqueira, a homenagem marca um avanço histórico para Minas Gerais, incluindo a presença de uma mulher negra na Assembleia. Ela reforça o compromisso de ampliar vozes historicamente silenciadas e de valorizar a população negra, periférica e a juventude.

O evento reforça a ideia de que as mesmas mãos que escrevem versos também podem escrever leis. Djonga convida o público a comparecer e enfatiza que a homenagem também é voltada para a comunidade que o acompanha.

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