- O goleiro Bruno Fernandes foi localizado em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro, e transferido para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica.
- Ele estava foragido há cerca de dois meses.
- A prisão ocorreu por descumprimento das regras do livramento condicional, segundo a Vara de Execuções Penais, com conduta considerada incompatível com as obrigações impostas pela Justiça.
- Entre as irregularidades estão viagem não autorizada ao Acre em 15 de fevereiro para atuar pelo Vasco-AC, frequentar locais proibidos como o estádio do Maracanã e deslocamentos a Minas Gerais sem autorização, além de não cumprir horário de recolhimento e não atualizar o endereço há quase três anos.
- Bruno cumpre uma pena superior a 22 anos por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver; a defesa afirma que irá recorrer, alegando falha de comunicação sobre as condições do benefício.
O goleiro Bruno Fernandes foi preso após ser localizado em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. Ele estava foragido há cerca de dois meses e foi transferido nesta sexta-feira para o Presídio José Frederico Marques, em Benfica, acordo com a Justiça.
A detenção ocorreu dentro de um cumprimento de mandado de prisão ligado ao descumprimento do livramento condicional. A ação contou com equipes de inteligência das Polícias do Rio de Janeiro e de Minas Gerais e ocorreu de forma rápida, sem resistência por parte do preso.
Entre as principais irregularidades apontadas pela Justiça estão viagem não autorizada ao Acre para atuar pelo Vasco-AC em 15 de fevereiro, além de frequência a locais proibidos, como o Maracanã, e deslocamentos sem permissão judicial. O juiz descreveu as condutas como desrespeito ao benefício.
Situação atual e motivações da prisão
O histórico de desrespeito ao horário de recolhimento noturno e a não atualização do endereço de moradia por quase três anos também contribuíram para a revogação do livramento. Bruno obteve a liberdade condicional em janeiro de 2023.
O advogado de Bruno, Wilton Edgar Acosta, afirmou que pretende recorrer da decisão, alegando possível falha de comunicação sobre as exigências do benefício. A defesa sustenta desencontro ou incompreensão das condições impostas.
Bruno Fernandes cumpre uma pena total superior a 22 anos por homicídio triplamente qualificado, sequestro e ocultação de cadáver. O caso ganhou novo capítulo com o retorno do ex-jogador ao sistema penitenciário fluminense.
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