- A executiva nacional do PT criou um grupo de trabalho para ajudar na montagem de chapas estaduais e fortalecer a reeleição de Lula.
- O grupo terá nove titulares, dois ouvintes e dois convidados, sendo coordenado pelo deputado federal Jilmar Tatto.
- Tatto substitui José Guimarães, que deixou o comando para assumir a Secretaria de Relações Institucionais a convite de Lula.
- A função do grupo é consolidar cenários regionais e arbitrar conflitos locais, buscando reeditar a coalizão vitoriosa de 2022.
- Tatto citou Flávio Bolsonaro como adversário e disse que as pesquisas apontam empate técnico com Lula, destacando que há disputa acirrada e sem espaço para terceira via.
A Executiva Nacional do PT criou um grupo de trabalho para apoiar a montagem de chapas competitivas nos estados, com o objetivo de fortalecer a candidatura de Lula à reeleição. O colegiado terá nove membros titulares, dois ouvintes e dois convidados. A coordenação fica a cargo do deputado federal Jilmar Tatto.
Tattoo substitui José Guimarães, que deixou a função para comandar a Secretaria de Relações Institucionais a convite de Lula. O grupo terá a tarefa de consolidar cenários estaduais e atuar como árbitro de conflitos locais que surjam durante o processo eleitoral.
O novo coordenador afirmou que o maior desafio é reeditar o arco de alianças vitorioso de 2022, quando Lula derrotou Bolsonaro. A meta é fortalecer um projeto progressista para frear o que ele classifica como projeto golpista de Flávio Bolsonaro e defender propostas de desenvolvimento econômico e social.
Composição do grupo e atribuições
- O grupo contará com nove titulares, dois ouvintes e dois convidados, dedicados a mapear cenários regionais.
- A atuação envolve aconselhar a montagem de chapas e agir na resolução de impasses entre forças aliadas.
- A coordenação enfatiza a necessidade de alianças estáveis para vencer as eleições de outubro.
Perspectivas para a eleição de 2026
Tatto avaliou que a eleição tende a ser tão disputada quanto a de 2022, com pesquisas apontando empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de segundo turno. O petista reiterou a leitura de que a atração de apoios é fundamental para consolidar o caminho pro desenvolvimento econômico e social.
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