- Renan Santos foi o nome que mais cresceu no TikTok em abril de 2026 entre pré-candidatos monitorados pela Bites, aumentando de 218,5 mil para 316,2 mil seguidores (alta de 44,7%).
- No total de redes, o crescimento de Renan foi de 36,9%, indo de 1,3 milhão para 1,7 milhão de seguidores.
- Romeu Zema ficou em segundo no crescimento proporcional consolidado (alta de 32,1%), seguido por Flávio Bolsonaro (3,1%) e Lula (0,7%).
- A Meia/Ideia, entre 1º a 5 de maio de 2026, aponta Renan Santos com 1,5% das intenções de voto.
- Renan, 42 anos, empresário e presidente do Missão, defende pautas como combate ao crime organizado, redução do Estado, privatizações, revisão do Bolsa Família e desfavelização.
Renan Santos, presidente do Missão, foi o negócio que mais cresceu no TikTok entre os pré-candidatos monitorados pela Bites em abril de 2026. O perfil dele avançou de 218,5 mil para 316,2 mil seguidores, alta de 44,7%.
Ao somar todas as redes avaliadas, Renan liderou também o crescimento percentual agregado. Os seguidores subiram de 1,3 milhão para 1,7 milhão, um ganho de cerca de 470 mil no mês.
O levantamento acompanha perfis de pré-candidatos nas plataformas TikTok, Instagram, YouTube, Facebook e X, com dados de abril de 2026. A nota de referência cita apenas desempenho público.
Quem é Renan Santos
Renan, 42 anos, é empresário e atua como presidente do Missão, partido ligado ao MBL. O grupo se identifica com a direita e busca ampliar sua presença digital para tratar de propostas de governo.
Entre as pautas defendidas, estão o combate ao crime organizado, a redução do tamanho do Estado e a privatização de empresas públicas. Também aparece a defesa de revisão de programas sociais.
Cenário eleitoral recente
A última pesquisa nacional de pré-candidatos, realizada pela Meia/Ideia de 1º a 5 de maio de 2026, aponta Renan Santos com 1,5% das intenções de voto. O levantamento traz outros cenários com nomes já conhecidos.
Entre os demais nomes, Romeu Zema (Novo) aparece em segundo no crescimento consolidado, seguido por Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), cada um com movimentos menores no período.
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