- O ministro Kassio Nunes Marques convidou para a posse no TSE o ex-presidente Fernando Collor de Mello, além de Jair Bolsonaro, apesar de a presença ser improvável.
- Ambos estão em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico e teriam de obter autorização expressa de Alexandre de Moraes para participar do evento.
- Interlocutores do Supremo Tribunal Federal avaliam inviabilidade logística e curto prazo para análise dos pedidos, o que pode levar à negativa das solicitações.
- O convite segue a tradição de incluir atuais e ex-mandatários; entre os convidados estão Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e José Sarney.
- Collor foi condenado em dois mil e vinte e três a oito anos e dez meses de reclusão, em regime inicial fechado, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro; Bolsonaro foi condenado a vinte e sete anos e três meses por tentativa de golpe de Estado.
O ministro Kassio Nunes Marques convidou o ex-presidente Collor para a cerimônia de posse do TSE, marcada para esta terça-feira. O convite faz parte de um protocolo tradicional de convínios com atuais e antigos mandatários.
Bolsonaro também consta entre os convidados, mas a presença é improvável. Ambos estão em regime de prisão domiciliar com monitoramento eletrônico e dependem de autorização expressa do ministro Alexandre de Moraes para comparecer ao evento.
Interlocutores do STF avaliam inviabilidade logística e o curto prazo para análise dos pedidos, tornando provável a negativa de ambas as solicitações. O convite é visto como ato protocolar, sem mudar o status jurídico dos ex-presidentes.
Além de Collor e Bolsonaro, a lista de convidados inclui o presidente atual Lula e os ex-presidentes Dilma Rousseff e José Sarney, conforme a tradição de receber autoridades.
Collor foi condenado pela Suprema Corte em 2023 a oito anos e dez meses de reclusão em regime inicial fechado, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro envolvendo a BR Distribuidora. Em 2025, Moraes autorizou o regime domiciliar por doença grave.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado. Em março, Moraes autorizou a prisão domiciliar por 90 dias para tratar uma broncopneumonia, mantendo-se sob monitoramento eletrônico.
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