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Homem acusado de tentar matar Trump em jantar da imprensa se declara inocente

Defesa de Cole Allen declara inocência; caso envolve tentativa de ataque no jantar da imprensa na Casa Branca e possível afastamento de promotores

Suspeito de tentar invadir jantar de gala em Wahsington, Cole Allen foi detido antes de entrar no salão do evento, onde estava o presidente Donald Trump. (25/04/2026)
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  • Cole Allen, 31 anos, natural da Califórnia, declarou-se inocente das acusações de tentativa de assassinato do presidente Donald Trump durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, ocorrido no Washington Hilton, em 25 de abril.
  • Segundo promotores, ele viajou a Washington de trem com espingarda, pistola e facas e tentou invadir um posto de controle de segurança ao atacar um agente do Serviço Secreto.
  • Allen compareceu ao tribunal trajando macacão laranja e algemas, em sua primeira audiência no tribunal federal de Washington diante do juiz Trevor McFadden.
  • A defesa já anunciou que pode pedir o afastamento do gabinete do promotor federal de Washington, liderado pela interina Jeanine Pirro, citando suposta relação com Trump e possível conflito de interesse.
  • A audiência de hoje serviu como prévia da maior disputa jurídica do caso, com promotores devendo responder ao pedido de afastamento até 22 de maio.

O norte-americano Cole Allen, 31 anos, declarou-se inocente nesta segunda-feira em Washington, durante audiência federal. Ele é acusado de tentar assassinar o presidente Donald Trump em um jantar da imprensa na Casa Branca, em 25 de abril, e de agressão a um agente do Serviço Secreto.

Segundo os promotores, Allen viajou de trem até a capital com uma espingarda, uma pistola e facas, e tentou invadir um posto de controle de segurança no hotel onde ocorria o evento, o Washington Hilton. Ele teria mirado em Trump e em outros membros do governo durante o ataque frustrado.

Allen é natural da Califórnia e compareceu ao tribunal usando macacão laranja e algemas. A audiência ocorreu diante do juiz Trevor McFadden, que conduzirá o caso. Em julgamento anterior, o réu ficou sob vigilância anti-suicídio e isolamento em prisão local.

Fatos do caso

A promotoria sustenta que Allen disparou contra um agente do Serviço Secreto e invadiu o posto de controle, tentando atingir o presidente e outros membros da administração durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca.

As autoridades afirmam que Allen viajou de trem até Washington, levando a bordo uma espingarda, uma pistola e facas, e reservou quarto no Washington Hilton, onde ocorreu o jantar.

Desdobramentos legais

A defesa, representada pelo advogado Eugene Ohm, pediu o afastamento do procurador-geral interino Todd Blanche e da promotora federal Jeanine Pirro, alegando conflito de interesses por participação no jantar.

Ohm informou que poderá solicitar o afastamento de todo o gabinete do promotor federal de Washington. A equipe de Pirro afirmou à imprensa que sua presença no local não impacta a condução do processo.

A defesa aguarda resposta dos promotores até 22 de maio. A próxima etapa envolve decidir se o caso seguirá com o mesmo corpo de acusação ou haverá mudanças processuais.

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