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Luiza Trajano explica Hino Nacional em lojas e comenta convite de Lula

Luiza Trajano esclarece prática do Hino Nacional nas lojas e desmente boatos de convite para vice de Lula; afirma não ser candidata e defender políticas públicas

A empresária Luiza Trajano // (Antonio Milena/VEJA)
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  • Durante palestra no Gramado Summit, Luiza Helena Trajano comentou boatos políticos envolvendo seu nome.
  • Ela explicou por que implementou o Hino Nacional semanalmente em suas lojas: há 30 anos em cerca de 1.500 unidades, com toque toda segunda-feira, em todo o país.
  • Inicialmente houve ceticismo sobre os jovens digitais cantarem o Hino, mas hoje a prática é comum em todas as lojas.
  • A empresária negou convites para ocupar cargo no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que não é candidata e não pertence a partido político.
  • Ela ressaltou que atua pelo Grupo Mulheres do Brasil e que lutar por políticas públicas é parte de sua atuação política.

Durante o Gramado Summit, na semana passada, Luiza Helena Trajano abordou temas políticos que costuma evitar publicamente, conectando-os a medidas de gestão e patriotismo empresarial. Ela explicou como passou a implementar o Hino Nacional em suas lojas semanalmente. Em suas palavras, a prática já ocorre há 30 anos nas 1.500 unidades do Magazine Luiza.

Segundo Trajano, o Hino é tocado todas as segundas-feiras em cada loja, não apenas em São Paulo. Ela relatou que, no começo, houve resistência de alguns jovens digitais, mas hoje a reação mudou. A empresária destacou a importância de fortalecer a autoestima e de enxergar o país como responsabilidade coletiva.

Durante a fala, Luiza Trajano também comentou boatos de que teria sido convidada para integrara o governo de Lula, ou para ser sua vice. Ela negou qualquer candidatura e reforçou que não pertence a partido político. A executiva ressaltou que atua no Grupo Mulheres do Brasil para defender políticas públicas voltadas à violência e à desigualdade.

Trajano afirmou ainda que não recebe convites políticos e que não pretende disputar cargo. Afirmou manter o foco em causas sociais por meio de políticas públicas. Ela reforçou que políticas públicas são o caminho para o desenvolvimento do país, segundo sua visão.

A empresário enfatizou que, apesar de rumores, não houve convite formal nem posição política confirmada. Ela destacou que sua atuação permanece centrada em ações de responsabilidade social e em promover debates sobre inclusão e equidade.

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