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Lula chama Eduardo Bolsonaro de “fujão” em crítica a golpe contra o Brasil

Lula chama Eduardo Bolsonaro de "fujão" em discurso de sanção do Dia Nacional de Memória às vítimas da Covid-19, ao criticar gestão de Bolsonaro

Em relação às críticas de Lula à gestão de Jair Bolsonaro à frente do Planalto, durante a pandemia, foi apontado que o ex-presidente teria sido principal culpado das mais de 700 mil mortes em decorrência da doença
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  • Lula chamou Eduardo Bolsonaro de “fujão” em discurso de sanção da lei que institui o 12 de março como Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.
  • Eduardo Bolsonaro foi cassado pela Câmara após ter se mudado para os Estados Unidos em fevereiro do ano passado.
  • O presidente criticou a gestão da pandemia à frente do Planalto por Jair Bolsonaro e citou falas antigas sobre vacinas e “pequeno repique”.
  • Lula disse que Bolsonaro não ouviu os principais cientistas e criticou médicos e ex-ministros que apoiaram políticas sem respaldo científico.
  • O discurso também mencionou as mais de setecentos mil mortes por covid, com a ideia de atribuir responsabilidades sem nomear pessoas.

Luiz Inácio Lula da Silva repercutiu críticas a Eduardo Bolsonaro durante o momento de sanção da lei que institui o Dia Nacional em Memória às Vítimas da Covid-19. O presidente chamou o ex-deputado de fujão, após ele ter se mudado para os EUA em fevereiro de 2023, cassado pela Câmara.

O ataque ocorreu nesta segunda-feira, 11 de maio, no evento oficial de sanção da lei. Lula afirmou que Bolsonaro defendia uma visão de fim da pandemia com possíveis repiques, mas sem justificar a pressa na vacinação, alegando prejudicar a vida das pessoas.

Durante o discurso, o presidente repetiu críticas à gestão da pandemia sob Bolsonaro e associou a tensão política a consequências graves para a população, citando mortes associadas à crise sanitária. O conteúdo apontado envolve cobrança por responsabilização de gestões passadas.

Lula reforçou que não costuma fazer acusações formais contra o ex-presidente, mas disse que Bolsonaro deveria ouvir especialistas para orientar as políticas públicas, especialmente médicos e cientistas que assessoraram o governo na crise.

O chefe do Executivo também mencionou controvérsias à época sobre vacinas, enfatizando a necessidade de atribuir nomes aos responsáveis por decisões controversas, sem detalhar novas identidades ou acusações formais.

O episódio ocorre em meio a acirramento político envolvendo as ações de Bolsonaro e de seus apoiadores, com o foco na memória das vítimas da Covid-19 e na avaliação pública das respostas governamentais à pandemia.

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