- Lula chamou Eduardo Bolsonaro de “fujão” durante a sanção da lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19.
- O presidente afirmou que Eduardo está nos Estados Unidos tentando pregar um golpe contra o Brasil.
- Lula disse que Jair Bolsonaro demonstrava “ignorância absoluta” sobre a pandemia ao minimizar a crise e questionar a vacina.
- O líder pediu responsabilização pública dos envolvidos na gestão da crise sanitária, citando médicos, religiosos e ex-ministros da Saúde.
- A lei sancionada define o dia 12 de março como data oficial de homenagem às vítimas da covid no Brasil, que já passou de 716 mil mortes.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que institui o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19. Durante a cerimônia, ele chamou Eduardo Bolsonaro de fujão, afirmando que o então deputado estaria nos Estados Unidos tentando favorecer um golpe contra o Brasil. A fala ocorreu na ocasião da sanção.
Lula afirmou que Jair Bolsonaro demonstrou ignorância sobre a pandemia e que deveria ter ouvido especialistas. O relato retomou declarações de 2020, quando o ex-presidente minimizou a gravidade da doença e questionou a pressa pela vacina.
Data de homenagem e contexto
O presidente cobrou responsabilização pública de todos os envolvidos na gestão da crise sanitária. Ele citou médicos que prescreviam cloroquina, religiosos que difundiam informações falsas sobre vacinas e ex-ministros da Saúde do governo Bolsonaro.
Lula disse ter pedido ao ministro Alexandre Padilha que entidades médicas abrissem processo por crime contra a humanidade contra Bolsonaro e os ex-ministros da Saúde. Afirmou que sem responsabilização o tema pode cair no esquecimento.
A lei sancionada estabelece o dia 12 de março como data oficial de homenagem às vítimas da Covid-19. O país contabiliza mais de 716 mil óbitos pela doença até o momento.
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