- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou decreto que amplia o Luz para Todos para até 233 mil novas famílias, com publicação no Diário Oficial da União.
- O programa passa a apoiar a qualificação de mão de obra local ligada à prestação de serviço público de distribuição de energia em regiões remotas da Amazônia Legal.
- Prioridades incluem famílias chefiadas por mulheres inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), além de pessoas com deficiência, idosos dependentes ou que tenham alguém recebendo o benefício de prestação continuada (BPC).
- Também priorizam comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas, povos tradicionais, assentamentos rurais, agricultores familiares e comunidades em unidades de conservação ou afetadas por empreendimentos de energia cuja responsabilidade não seja do concessionário.
- O decreto destaca ainda a prioridade para infraestrutura de conectividade à internet, água, assistência social, segurança alimentar, espaços coletivos e projetos de sociobiodiversidade.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva editou um decreto que amplia o programa Luz para Todos, ampliando o alcance para até 233 mil novas famílias. A publicação ocorreu no Diário Oficial da União, na última sexta-feira (8). O foco inicial são comunidades remotas da Amazônia Legal.
Pelo texto, o programa passa a apoiar a qualificação de mão de obra local ligada à prestação do serviço público de distribuição de energia em áreas isoladas da região. A medida também prioriza o atendimento a determinados grupos familiares.
Entre as prioridades estão: famílias chefiadas por mulheres inscritas no CadÚnico; famílias com pessoas com deficiência, idosos dependentes ou quem receba o BPC; comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, extrativistas e demais povos tradicionais.
O decreto também prioriza instalações de conectividade à internet e de acesso à água, bem como infraestruturas de assistência social e serviços públicos. Espaços coletivos, cozinhas comunitárias e sistemas de bombeamento de água aparecem entre as metas.
Além disso, entram em foco estruturas comunitárias de comunicação, cooperação, desenvolvimento socioeconômico local e projetos produtivos vinculados à sociobiodiversidade e às cadeias de valor da sociobiodiversidade.
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