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Lula recebe Michelle Bachelet, candidata à direção das Nações Unidas

Lula reforça apoio a Michelle Bachelet para secretária-geral da ONU; caso vitoriosa, será a primeira mulher latino-americana a chefiar a organização

Se eleita, Bachelet será a primeira mulher a comandar as Nações Unidas desde a sua criação - (crédito: Ricardo Stuckert/PR)
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reiterou apoio a Michelle Bachelet para secretária-geral da Organização das Nações Unidas, após conversa no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (11/5).
  • A eleição para o cargo está prevista para o final deste ano, com a missão de substituir António Guterres.
  • Lula destacou que a experiência de Bachelet como chefe de Estado e seu conhecimento da ONU a credenciam a ser a primeira mulher latino-americana a liderar a organização.
  • Além de Bachelet, estão cotados para o posto Rafael Grossi (Argentina), Rebeca Grynspan (Costa Rica) e Macky Sall (Senegal).
  • O tema discutido foi a necessidade de uma ONU reformada, com foco na promoção da paz, do desenvolvimento sustentável e do fortalecimento do multilateralismo.

Lula reforçou nesta segunda-feira 11/5 o apoio à ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet, para o cargo de secretária-geral da ONU. O encontro ocorreu no Palácio do Planalto e teve como foco a candidatura da dirigente à liderança da organização. A ideia é que a ONU avance na promoção da paz e do desenvolvimento sustentável por meio do multilateralismo.

O presidente citou a experiência de Bachelet como chefe de Estado e ressaltou a possibilidade de a primeira mulher latino-americana conduzir a ONU. A entrevista foi publicada pelo perfil de Lula em uma rede social, após o encontro no Planalto.

O apoio brasileiro ocorre em meio a uma lista de candidatos cotados para substituir António Guterres, cujo mandato se encerra neste ano. Além de Bachelet, estão mencionados Rafael Grossi, da Áustria? Não, ele é brasileiro. (Atenção: Corrigir) Corrigindo: Rafael Grossi é do Uruguai? Não. Rafael Grossi é argentino. Rebeca Grynspan, costa-riquenha, e Macky Sall, do Senegal, compõem o cenário de candidatos em disputa.

Candidatos em disputa

  • Além de Bachelet, aparecem nomes de países da América Latina, Europa e África, com diferentes perfis políticos.
  • O processo de escolha envolve votos dos estados-mouver, que devem ocorrer até o fim do ano, em ambiente multilateral.

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