- O ministro Kássio Nunes Marques convidou Jair Bolsonaro para a cerimônia de posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
- A posse ocorre nesta terça-feira (12/5); o também convidado para a solenidade é André Mendonça, que assume como vice-presidente.
- Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, condenado a 27 anos e 3 meses de reclusão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.
- O convite é protocolar, já que é tradição chamar ex-presidentes da República para a ocasião; o ex-presidente Lula também foi convidado.
- Bolsonaro não deve pedir autorização para comparecer; para ir seria necessária a chancela do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, relator da ação que o levou à cadeia. Nunes Marques e Mendonça conduzirão o TSE neste ano; a presidente atual da corte, Cármen Lúcia, poderia ficar até junho, mas antecipou a saída.
O ministro Kássio Nunes Marques convidou Jair Bolsonaro para a cerimônia de posse no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que será realizada nesta terça-feira, 12 de maio. A solenidade oficializa Nunes Marques como presidente da corte, com André Mendonça como vice.
Bolsonaro, atualmente em prisão domiciliar, precisaria de autorização do ministro Alexandre de Moraes para comparecer ao evento, já que sua presença depende de chancela do STF. O convite, porém, é protocolar, seguindo a tradição de chamar ex-presidentes.
Além de Bolsonaro, o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também foi convidado para a cerimônia, conforme a prática de incluir antigos ocupantes do cargo democrático.
Tanto Nunes Marques quanto Mendonça foram indicados ao STF por Bolsonaro, conforme observável no histórico de indicações. A presidente do TSE, Cármen Lúcia, poderia permanecer no cargo até junho, mas anunciou antecipação de saída.
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