- O ministro Alexandre de Moraes suspendeu a aplicação da Lei da Dosimetria ao analisar pedidos de revisão de condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, mantendo a suspensão até o julgamento definitivo das ações sobre a norma.
- Presenciais da centro-direita reagiram: o senador Flávio Bolsonaro, o ex-governador Ronaldo Caiado e o ex-governador Romeu Zema comentaram a decisão monocrática.
- Os demais presidenciáveis ainda não se manifestaram sobre o tema.
- A suspensão fica em vigor enquanto o STF decide a constitucionalidade da Lei da Dosimetria.
A suspensão da Lei da Dosimetria pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, é o tema principal deste início de notícia. Moraes decidiu suspender a aplicação da norma ao analisar pedidos de revisão apresentados por condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. A medida vale até o julgamento definitivo das ações que questionam a constitucionalidade da lei.
A reação entre presidenciáveis foi rápida, com destaques entre setores de direita e centro-direita. Nesta ocasião, apenas alguns políticos se manifestaram publicamente sobre a decisão monocrática. Os observadores apontam que o desfecho pode influenciar o cenário eleitoral.
Dosimetria: impactos e cronograma
Moraes manteve a suspensão enquanto o STF não julga o mérito dos recursos. A decisão aciona perguntas sobre efeitos práticos da norma nos casos em tramitação e pode gerar desdobramentos jurídicos adicionais nos próximos meses. A corte não indicou data para o julgamento definitivo.
PF investiga compra de triplex de R$ 22 milhões
A Polícia Federal apura a aquisição de uma cobertura triplex no valor de cerca de R$ 22 milhões. O imóvel fica em São Paulo e está ligado ao senador Ciro Nogueira. A investigação envolve a empresa CNLF Empreendimentos, ligada à família do parlamentar, e relaciona a operação a propostas legislativas favoráveis ao Banco Master, já liquidado.
Veto a Messias e o tabuleiro político
O veto ao nome de Jorge Messias, indicado por Lula para ministro do STF, é visto por parte do PT como uma manobra que pode alterar alianças. A indicação de Messias enfrentou resistência, tornando-se a primeira derrota de um presidente ao indicar alguém para a corte desde 1894. O episódio repercute nos bastidores de Minas Gerais, estado-alvo de palanque presidencial.
Outros destaques
- Governo Lula gastou bilhões com viagens em 2025, segundo fontes oficiais.
- Charge sobre penduricalhos gera reação de juízes e público.
- Polícia desocupa reitoria da USP após invasão e disputas ideológicas.
- Gestão da prefeitura de Diamantino, Mato Grosso, pelo irmão de Gilmar Mendes, é tema de análise.
O Café com a Gazeta do Povo segue com novidades deste início de semana, com informações atualizadas ao longo do dia.
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