- O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não aplaudiu o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a posse de Kassio Nunes Marques na presidência do TSE.
- Lula estava ao lado de Alcolumbre, que permaneceu em silêncio quando Messias foi mencionado.
- Em 29 de abril, Messias foi rejeitado pelo Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal, em veto articulado pelo chefe da Casa.
- Além de Alcolumbre, outras autoridades presentes, como a presidente do TSE e o procurador-geral da República, aplaudiram Messias.
- A derrota do governo Lula para Messias foi atribuída a uma disputa entre Congresso e Palácio do Planalto, com Alcolumbre apoiando a queda de Messias para favorecer Rodrigo Pacheco.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não aplaudiu o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a cerimônia de posse de Kassio Nunes Marques na presidência do TSE nesta terça-feira, 12 de maio. Lula esteve presente no evento.
Alcolumbre permaneceu sentado ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e não endossou os aplausos quando Messias foi citado pelo orador. Outros presentes acompanharam os elogios ao AGU.
A cerimônia contou com a participação de Carmen Lúcia e Paulo Gonet, que aplaudiram Messias durante o discurso. A plateia encerrou o momento com cerca de 30 segundos de reconhecimento ao advogado-geral.
A ação de Alcolumbre ocorre em meio a uma rejeição histórica de Messias pelo Senado em 29 de abril, quando o governo sofreu derrota na indicação para o STF. O episódio refletiu tensão entre Congresso e Palácio do Planalto.
O evidente desentendimento ficou ainda mais claro pela oposição de lideranças, incluindo o ex-governador Ronaldo Caiado, que também não reagiu com aplausos para Messias. A cena sinaliza o embate político em curso.
O confronto político envolve a tentativa de o governo sustentar a indicação e a oposição ligada ao alinhamento entre Senado e a cúpula do Judiciário. O episódio acontece em meio ao cenário pré-eleitoral.
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