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Alerj afasta deputado Thiago Rangel, preso pela PF, após decisão do STF

Alerj afasta Thiago Rangel conforme STF, mantém prisão e avalia convocação de suplente, com exoneração de funcionários do gabinete

1 de 1 deputado Thiago Rangel - Foto: Reprodução/Redes Sociais
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  • Alerj decidiu cumprir determinação do STF e afastar o deputado Thiago Rangel (Avante), preso pela Polícia Federal na operação Unha e Carne.
  • A Mesa Diretora da Assembleia exonerou todos os funcionários do gabinete de Rangel, em decisão tomada na reunião com o presidente Douglas Ruas.
  • A Procuradoria da Casa será consultada sobre a convocação de um suplente do Podemos para ocupar a vaga de Rangel.
  • O STF, pela Primeira Turma, manteve a prisão de Rangel e determinou que a Alerj não pode deliberar sobre a manutenção ou revogação da prisão.
  • A PF investiga fraudes em contratos da Secretaria de Educação do Rio, com Rangel apontado como articulador, em apuração ligada ao Comando Vermelho; ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar já havia sido preso em fase anterior.

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) decidiu acatar a ordem do STF e afastar o deputado Thiago Rangel (Avante), preso pela PF na operação relacionada a fraudes na educação. A medida também abrange a exoneração de todos os funcionários do gabinete de Rangel.

A decisão foi tomada em reunião entre o presidente da Alerj, Douglas Ruas (PL), e a Mesa Diretora. O afastamento vale até o fim da investigação criminal, conforme determinação do STF.

Rangel foi preso em 5 de maio, durante a operação Unha e Carne, autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes. Moraes já havia determinado o afastamento do parlamentar de suas funções públicas.

Situação atual

A Primeira Turma do STF manteve, por unanimidade, a decisão de Moraes de manter a prisão. A turma também determinou que a Alerj não participe de deliberações sobre eventual manutenção ou revogação da custódia.

A Mesa Diretora informou que consultará a Procuradoria da Alerj sobre a possível convocação de um suplente para ocupar a vaga de Rangel. O suplente seria do Podemos, partido pelo qual ele foi eleito em 2022.

Contexto da investigação

Segundo a PF, Rangel estaria articulando um esquema de fraudes em contratos da Secretaria de Educação do Rio. A atuação envolveria uso de influência política na região Norte Fluminense para direcionar acordos.

A apuração faz parte de um conjunto maior de investigações que apura, ainda, a relação de autoridades fluminenses com o Comando Vermelho. Em fases anteriores, o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, já havia sido preso.

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