- A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) comemora 30 anos de atuação, criada com base na Marcha Zumbi dos Palmares de 1995.
- A coordenadora executiva, Sandra Pereira Braga, afirma que, apesar dos avanços, a titulação dos territórios quilombolas ainda não foi concluída.
- A Conaq participou de movimentos políticos e sociais pela defesa dos direitos dos quilombolas.
- Durante a pandemia, a organização pressionou o Estado para garantir assistência e vacinação prioritária, além de lutar pela inclusão do quesito “quilombola” no Censo do IBGE.
A Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq) celebra nesta terça-feira, 12 de maio, 30 anos de atuação. A organização nasceu com inspiração na Marcha Zumbi dos Palmares de 1995, que mobilizou milhares de comunidades.
Segundo a coordenadora executiva Sandra Pereira Braga, os avanços estruturais para os quilombolas existem, mas a titulação dos territórios ainda não está assegurada. A titularidade é vista como garantia de direitos e de uma vida digna para as comunidades.
A Conaq atua há três décadas na luta pela garantia de direitos, enfrentando o racismo estrutural e promovendo articulações políticas no Brasil. Entre os marcos, está a mobilização durante a pandemia para assegurar assistência e vacinação prioritária.
Conquistas e desafios
Durante a pandemia, a Conaq pressionou o Estado a garantir medidas de proteção e acesso à saúde para quilombolas. No Censo do IBGE, a entidade lutou pela inclusão do quesito quilombola, ampliando o reconhecimento demográfico e institucional.
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