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Eleição presidencial: quem continua na disputa e quem caiu fora

Disputa presidencial de 2026 já se concentra entre Lula e Flávio Bolsonaro, com doze pré-candidatos e desistências que redesenham o tabuleiro eleitoral

Doze pré-candidatos estão, até o momento, na corrida para presidente da República. (Foto: Antônio Cruz/ Agência Brasil)
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  • A disputa presidencial deste ano está polarizada entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, com uma lista de pré-candidatos buscando espaço, ainda sem definição de quem vai até o fim.
  • Nesta eleição de 2026, são doze pré-candidatos até o momento, com alguns entrando no radar somente próximo à abertura da janela partidária.
  • No campo da direita, além de Flávio Bolsonaro, aparecem nomes como Romeu Zema, Ronaldo Caiado, Aldo Rebelo, Renan Santos, Augusto Cury e Cabo Daciolo.
  • Do lado esquerdo, Lula pode ter companhia, com Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta e Samara Martins sinalizando candidaturas; Ciro Gomes quase entrou, mas não disputará.
  • O primeiro turno ocorre no quatro de outubro e o segundo turno no vinte e cinco de outubro; três governadores desistiram ou ficaram de fora: Tarcísio de Freitas, Ratinho Júnior e Eduardo Leite.

O debate sobre a eleição presidencial de 2026 segue acirrado, com o cenário concentrado entre Lula, do PT, e Flávio Bolsonaro, do PL. Enquanto esses nomes aparecem como principais, há uma lista de pré-candidatos disputando espaço e visibilidade. A definição sobre quem permanece na disputa ainda não ocorreu.

No total, há 12 pré-candidatos anunciados até o momento. Alguns já atuavam nesse papel no ano passado; outros entraram na corrida próximo ao fechamento da janela partidária, no começo de abril. Lula continua como pré-candidato natural do PT, ainda que tenha indicado não ter decidido formalmente sobre a campanha.

Entre os nomes da centro-direita, Flávio Bolsonaro ganhou protagonismo desde dezembro, quando foi confirmado como candidato indicado pelo pai, Jair Bolsonaro. A proximidade com o ex-presidente elevou o peso do ex-deputado na corrida. Outros nomes fortes do espectro, como Tarcísio de Freitas, chegaram a ser considerados, mas não integram a lista atual de pré-candidatos.

Aldo Rebelo, ex-ministro e ex-deputado, também confirmou a intenção de concorrer. Renan Santos, do recém-criado Movimento Missão, surge como novidade para as eleições, trazendo uma aposta de renovação. Augusto Cury, escritor, e Cabo Daciolo, ex-candidato em 2018, entraram na contagem nos últimos momentos.

Do lado esquerdo, o leque de pré-candidatos inclui Edmilson Costa, Hertz Dias, Rui Costa Pimenta e Samara Martins, todos lançando plataformas. A presença de Samara Martins marca a participação de uma mulher na atual lista de pré-candidatos, embora o conjunto ainda seja menos diverso do que em 2022.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com segundo turno em 25 de outubro. Os eleitores votarão para presidente, governador, senadores, deputados federais e estaduais. A eleição também definirá alianças e estratégias internas dos partidos para a disputa.

Entre quem já deixou claro que não disputará o Planalto, três governadores aparecem com saídas antecipadas. Tarcísio de Freitas, mesmo figura valorizada pela direita, foca na reeleição em São Paulo após a entrada de Flávio Bolsonaro no cenário. Ratinho Junior desistiu de concorrer à presidência, mantendo-se no governo do Paraná. Eduardo Leite ficou de fora após a escolha de Ronaldo Caiado para liderar a chapa no PSD.

Caiado, que havia ingressado no PSD, acabou pela desistência de Ratinho Junior abrindo espaço para a continuidade de outros nomes. Leite, por sua vez, lamentou a ausência de uma linha de centro que agregasse apoio no partido e permanece no governo gaúcho até o fim do mandato.

Ainda houve quase entrada de Ciro Gomes na disputa. Convidado pelo PSDB para concorrer, ele preferiu manter a candidatura ao governo do Ceará, retornando ao PSDB após mudanças partidárias. A definição de candidatos permanece em aberto até 15 de agosto, prazo para registro oficial.

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