- Escândalo envolvendo a suposta receptação de centenas de milhares de dólares, encontrados em um sofá na fazenda de caça do presidente Cyril Ramaphosa, voltou a assombrar o governo.
- Em dois mil e vinte e dois, um painel independente concluiu que a forma como Ramaphosa lidou com o furto pode ter sido ilegal.
- O Parlamento rejeitou o relatório na época, barrando uma investigação oficial.
- A Corte Constitucional, no entanto, considerou ilegal a decisão do Parlamento de bloquear a apuração.
O que aconteceu? Um caso conhecido como “Cash-in-a-Sofa” envolve o presidente sul-africano Cyril Ramaphosa. Em 2020, criminosos teriam furtado dezenas de milhares de dólares que foram encontrados escondidos dentro de um sofá na fazenda de caça Phala Phala. O episódio gerou controvérsia sobre a forma como Ramaphosa lidou com o incidente.
Quem está envolvido? Ramaphosa é o principal personagem, mas o foco recai sobre a condução da investigação. Um painel independente, em 2022, concluiu que a forma como o presidente tratou a ocorrência pode ter sido ilegal. Na época, o Parlamento rejeitou o relatório, bloqueando uma apuração oficial do caso.
Quando e onde? O episódio se refere a 2020, na fazenda Phala Phala, localizada na África do Sul. A contenda ganhou nova relevância em 2026, com decisões judiciais recentes sobre o papel do Parlamento na condução de investigações.
Por quê? O caso levanta questões sobre integridade e transparência no governo. A controvérsia envolve a necessidade de apuração completa de possíveis irregularidades, bem como a responsabilidade de instituições superiores diante de uma denúncia de crime envolvendo o chefe de Estado.
Decisão judicial e desdobramentos
A Suprema Corte Constitucional da África do Sul, em 2026, considerou ilegal a decisão do Parlamento de rejeitar o relatório do painel independente. A partir disso, o Parlamento pode enfrentar novos procedimentos para apurar as circunstâncias do caso. Não há, até o momento, conclusão sobre punições ou responsabilizações diretas. O tema permanece sob escrutínio público e institucional, com impactos políticos ainda em avaliação.
Entre na conversa da comunidade