- O foguete da explosão no Jaguaré, causada por rompimento de rede de gás durante obra da Sabesp, deixou um morto, três feridos e destruiu cerca de dez imóveis na Zona Oeste de São Paulo.
- O governador Tarcísio de Freitas afirmou que o estado vai revisar os protocolos de segurança e os procedimentos das obras da Sabesp diante do grande volume de intervenções.
- O governo informou que existem 1.200 canteiros de obra da Sabesp no estado, o que elevou a preocupação com a segurança operacional.
- A Arsesp prometeu apuração rigorosa, independente e transparente e pode aplicar sanções se forem verificadas falhas ou descumprimento de normas.
- O governo, Sabesp e Comgás montaram uma operação de assistência às famílias atingidas, com suporte emergencial, opções de hospedagem e eventual indenização pelos prejuízos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmou que o estado vai revisar os procedimentos das obras da Sabesp após a explosão causada pelo rompimento de uma tubulação de gás no Jaguaré, Zona Oeste. O incidente deixou 1 morto, 3 feridos e destruiu cerca de 10 imóveis.
A explosão ocorreu na tarde de segunda-feira, 11, durante intervenção da Sabesp em uma rede de gás. Ao todo, 46 imóveis foram interditados, sendo 10 destruídos, e aproximadamente 160 pessoas foram impactadas. A Defesa Civil coordena a avaliação de danos.
Tarcísio informou que hoje existem 1.200 canteiros de obra da Sabesp no estado, o que aumenta a demanda por segurança. Ele citou a necessidade de parar temporariamente para revisar protocolos e evitar recorrência de falhas.
Ações de regulação e assistência
A Arsesp anunciou apuração rigorosa e independente sobre atuação da Sabesp e da Comgás, com possibilidade de sanções. O governo afirmou que as empresas serão cobradas para oferecer suporte às vítimas.
As equipes de Sabesp, Comgás e governo montaram uma operação de atendimento aos atingidos. As famílias com imóveis interditados recebem hospedagem inicial, aluguel posterior e, se necessário, apoio para reconstrução ou aquisição de imóvel.
O auxílio emergencial para as famílias foi ampliado de R$ 2 mil para R$ 5 mil. Todos os prejuízos materiais devem ser indenizados pelas empresas envolvidas, conforme avaliado pela regulação e pela assistência social.
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