- O líder do Reform UK, Nigel Farage, é questionado por não declarar o uso de um helicóptero de um doador para viajar entre cidades durante comícios no Reino Unido.
- O helicóptero é propriedade da Alcaline Aviation, empresa de Lorenzo Zaccheo, que doar££ou £25 mil ao Reform no ano passado.
- Dados públicos indicam que o helicóptero foi utilizado recentemente, incluindo na sexta-feira após eleições locais.
- O partido afirma que os voos foram pagos a tarifas comerciais e não houve interesse registrável não declarado, sem responder quem pagou pelos deslocamentos.
- Parlamentares de oposição apontam dúvidas sobre custos e pagamentos, relacionando também a doação de £5 milhões do bilionário cripto Christopher Harborne a acusações sobre viagens de jato privado.
Nigel Farage enfrenta questionamentos sobre o uso de um helicóptero de um doador para viajar pelo Reino Unido em comícios. O helicóptero é de uma empresa de Lorenzo Zaccheo, que doou £25 mil ao Reform no ano passado. Farage foi fotografado saindo do helicóptero em Kent, em maio do ano passado, durante eleições locais, e a aeronave participou de viagens em datas de comícios.
Dados públicos analisados pela imprensa indicam deslocamentos do helicóptero em 2025 durante campanhas da Reform. A equipe de Farage afirma que os voos foram pagos a tarifas comerciais e não houve interesse registrável não declarado. Perguntas sobre quem pagou e se o dinheiro veio do próprio Farage permanecem sem resposta.
Reação política aponta possíveis conflitos de interesse. Líderes dos partidos de oposição questionam a transparência, citando um eventual custo de viagens de jatos privados ligados a doadores bilionários. A Reform não respondeu a novos questionamentos sobre o tema.
Contexto financeiro
O helicóptero, um Eurocopter de 2009, foi usado para deslocamentos entre Birmingham, Kent e Maidstone, locais de eventos da Reform. A aeronave pertence à Alcaline Aviation, empresa de Zaccheo, com sede em Kent. A operação ocorreu em dias de agenda de campanha.
Respostas oficiais
A Reform sustenta que as viagens foram pagas em regime comercial e que não houve presente ou benefício não declarado ao líder. Zaccheo reforça que só autoriza uso mediante pagamento pela contratante. Não houve confirmação sobre pagamentos individuais a Farage.
Implicações e próximos passos
Membros da oposição defendem a divulgação de recibos e de quem arcou com os custos. O assento de Farage em decisões relacionadas a doações e gastos permanece sob escrutínio. O Parlamento tem regras claras para registrar voos com custo acima de £300.
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