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Justiça determina funcionamento mínimo do Metrô durante greve nesta quarta

Justiça fixa funcionamento mínimo do Metrô em caso de greve de metroviários; 100% nos horários de pico, 60% nos demais, com multa de até R$ 200 mil

Metroviários ameaçam paralisação
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  • Metroviários ameaçam greve a partir desta quarta-feira (13); a assembleia para decidir está marcada para o começo da noite desta terça (12).
  • A Justiça, com a desembargadora Maria Cristina Christianini Trentini, determinou funcionamento mínimo do Metrô: 100% nos horários de pico (6h às 9h e 16h às 19h) e 60% nos demais horários.
  • Quem descumprir pode ser multado em até R$ 200 mil por dia; decisão também proíbe atos que impeçam o acesso de trabalhadores ou o trânsito dos trens, com fiscalização de um oficial de justiça.
  • A determinação busca assegurar o funcionamento mínimo do serviço caso haja paralisação.
  • A empresa informou disponibilidade para negociar apenas parte das 11 reivindicações apresentadas pelos metroviários; a assembleia avaliará as propostas nesta terça-feira.

Os metroviários de São Paulo ameaçam parar as atividades a partir de quarta-feira, dia 13. A assembleia para decidir a paralisação acontece no início da noite desta terça, 12. O foco é a negociação de reajustes e condições de trabalho.

Nesta terça, o TRT-2 determinou o funcionamento mínimo do Metrô caso haja greve. A decisão exige 100% dos serviços e efetivo nos horários de pico (6h-9h e 16h-19h) e 60% nos demais horários. A medida vale se a paralisação for deflagrada.

O descumprimento implica multa diária de R$ 200 mil ao sindicato. Também impede atos que obstruam o acesso de trabalhadores ou o trânsito dos trens, com fiscalização de um oficial de justiça do Regional. A pauta tem 11 itens, incluindo reajuste salarial, PLR igualitária e ampliação de benefícios.

Medidas em caso de greve

A empresa afirmou estar aberta a negociar apenas parte das reivindicações, o que será avaliado na assembleia desta terça-feira. Não há cláusula de paz no texto apresentado pelos metroviários, que buscam avanços adicionais como steps, plano de carreira e isonomia salarial.

A assembleia definirá se haverá paralisação completa, parcial ou se a greve fica suspensa. Também será discutido o cronograma de funcionamento do serviço durante o período de negociação e a atuação de equipes de reserva.

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