- Kássio Nunes Marques assume a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cerimônia realizada em Brasília, nesta terça-feira, 12 de maio.
- Durante a solenidade, o presidente Lula mostrou desconforto ao sentar ao lado do presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, além de estar ao lado de Cármen Lúcia.
- Alcolumbre foi responsável pela rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF, action que foi vista como derrota para o governo Lula e gerou crise entre Executivo e Senado.
- Também estiveram presentes no evento o presidente do STF, Edson Fachin, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, e o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet.
- Em seu discurso, Nunes Marques citou a Constituição, destacou que o poder emana do povo e alertou para o uso inadequado da inteligência artificial que possa comprometer as eleições.
O ministro Kássio Nunes Marques assumiu a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cerimônia realizada em Brasília na tarde de terça-feira (12/5). A posse ocorreu no mesmo evento em que o ministro tomou posse no cargo, sucedendo o anterior presidente da Corte. A solenidade ocorreu no plenário do TSE, com a presença de autoridades do Judiciário e do Legislativo.
O presidente Lula participou do evento, sentado ao lado de Cármen Lúcia, ex-presidente do TSE, e de Davi Alcolumbre, presidente do Congresso. Lula demonstrou desconforto ao ficar ao lado de Alcolumbre durante a cerimônia, segundo relatos de presentes.
Entre as autoridades presentes, estiveram Edson Fachin, presidente do STF, Hugo Motta, presidente da Câmara, e Paulo Gonet, Procurador-Geral da República. A presença dessas autoridades reforçou o caráter institucional da posse.
Discurso de Kássio Nunes Marques
Em seu discurso, o novo presidente do TSE ressaltou a importância da Constituição e afirmou que o poder emana do povo. Ele afirmou que a soberania é o Alfa e o Omega do regime democrático. O ministro mencionou ainda a inteligência artificial, alertando para uso indevido que possa afetar eleições.
Nunes Marques destacou que é essencial ficar atento a riscos tecnológicos que possam comprometer a integridade do pleito. Ele enfatizou a necessidade de vigilância e de ações contínuas para preservar a credibilidade eleitoral.
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