- Lula afirma ter entregue a Donald Trump um documento com proposta de asfixia financeira do crime organizado, para cooperação entre Brasil e Estados Unidos.
- O texto, segundo o petista, previa trabalhar em conjunto para combater crime, lavagem de dinheiro e contrabando de armas nas fronteiras, seguindo as decisões do governo brasileiro.
- O Programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado pelo governo, prevê medidas para desarticular estruturas criminosas e elevar a segurança em 138 unidades prisionais.
- O programa tem quatro eixos: asfixia financeira, fortalecimento do sistema prisional, qualificação de investigações de homicídios e enfrentamento ao tráfico de armas e explosivos.
- Serão investidos R$ 1,06 bilhão em recursos diretos da União e aberta uma linha de crédito de R$ 10 milhões para estados, municípios e Distrito Federal para aquisição de equipamentos e proteção.
Durante a cerimônia de lançamento do Programa Brasil Contra o Crime Organizado em Brasília, Lula afirmou ter levado a Donald Trump uma proposta de “asfixia financeira” contra o crime organizado. O texto, segundo o presidente, chegou ao admissível contato na última quinta-feira.
O petista informou que, desde o primeiro contato, ofereceu ao presidente dos EUA a possibilidade de cooperação no combate ao crime nas fronteiras, desde que alinhada às decisões do governo brasileiro e às diretrizes das forças de segurança nacionais. O objetivo é atuar conjuntamente para enfrentar crime organizado, lavagem de dinheiro e contrabando de armas.
O programa do governo prevê investimentos significativos para desarticular as estruturas criminosas no país. A iniciativa busca elevar o padrão de segurança em 138 unidades prisionais e tem quatro eixos centrais, entre eles a asfixia financeira do crime, o fortalecimento do sistema prisional, a qualificação da investigação de homicídios e o enfrentamento ao tráfico de armas.
Programa Brasil Contra o Crime Organizado
Ao todo, o governo destina recursos diretos de cerca de R$ 1,06 bilhão e cria uma linha de crédito de R$ 10 milhões para estados, municípios e o Distrito Federal. As entidades federativas podem investir em equipamentos de proteção, viaturas, motos, lanchas e meios de comunicação para as forças de segurança.
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