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Messias sai de férias após derrota e é orientado a atuar nos bastidores

Messias sai de férias por duas semanas após rejeição ao STF; conselho é atuar nos bastidores e decidir futuro no governo Lula

Homem de terno escuro sorri e acena com a mão direita em primeiro plano, com dois homens mais velhos ao fundo, todos em ambiente interno com parede clara e placa de saída de emergência.
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  • Messias sai de férias a partir de 13 de maio por duas semanas, com retorno previsto para 25 de maio, e deve transferir rotinas a integrantes próximos.
  • A AGU não quer que a derrota contamine casos importantes; Messias não participou do julgamento sobre royalties do petróleo no Supremo Tribunal Federal.
  • Aliados afirmam que ele tem a confiança de Lula e é bem visto na carreira, considerado contribuinte para estruturar a AGU.
  • A orientação é que ele se afaste dos holofotes por ora e retome a coordenação das atividades sem pressa para decidir o futuro no governo.
  • Messias chegou a admitir a possibilidade de deixar o cargo após a rejeição, mas Lula pediu que permaneça e não tome decisões precipitadas.

O ministro Jorge Messias, chefe da Advocacia-Geral da União (AGU), terá férias a partir de quarta-feira (13) por duas semanas, com retorno previsto para 25 de maio. A saída ocorre após a rejeição de seu nome para o STF, o que motivou o afastamento temporário das atividades públicas da AGU.

Aliados afirmam que ele conta com a confiança plena do presidente Lula e que é bem avaliado na carreira. Internamente, Messias é visto como alguém que contribuiu para estruturar o órgão e é considerado um bom gestor.

Segundo interlocutores, o objetivo é transferir tarefas rotineiras para integrantes próximos da equipe, para que o ministro possa respirar, refazer planos e decidir seu futuro no governo sem pressões externas.

A ideia é que a AGU continue a funcionar com liderança compartilhada durante a ausência, mantendo foco em coordenação, estratégias jurídicas e diretrizes para a atuação da instituição.

Messias tem dito estar em um “período de silêncio” para avaliar próximos passos, sem pressa para tomar decisões públicas. O presidente Lula, ao saber da indicação rejeitada, pediu que ele não tome decisões precipitadas.

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