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Messias tira férias após rejeição no Senado e definirá futuro no governo Lula

Após rejeição no Senado para o STF, Messias entra em férias de 12 dias e definirá futuro no governo em encontro com Lula na volta

Advogado-geral da União, Jorge Messias, em sabatina na CCJ do Senado
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  • Messias vai tirar férias de 12 dias, entre 13 e 25 de maio, para descansar e definir seu futuro no governo Lula após a rejeição ao STF.
  • Ao voltar, ele deve se reunir com o presidente Lula para definir se continua na Advocacia-Geral da União ou em outro caminho na gestão.
  • A decisão ainda não está tomada; há expectativa de uma conversa após as férias para selar o destino do ministro na pasta ou fora dela.
  • O presidente Lula comentou a possibilidade de criar o Ministério da Segurança Pública, o que deixou em análise a chance de Messias assumir esse novo cargo, mas há descrença quanto a esse cenário.
  • A rejeição histórica ocorreu após sabatina no Senado, com Messias obtendo 34 votos dos 41 necessários, o que marcou o primeiro impedimento de uma indicação presidencial para o STF em 132 anos.

Após a rejeição no Senado para ocupar o STF, o ministro Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União, entrará em férias de 12 dias. Ao retornar, pretende reunir-se com o presidente Lula para definir o seu futuro no governo.

As férias começam nesta quarta-feira (13) e vão até o dia 25. Segundo fontes, Messias pretende descansar e, na sequência, decidir entre permanecer na AGU ou aceitar outra hipótese dentro do governo.

O período de afastamento foi autorizado pelo presidente Lula, que foi informado sobre a possibilidade de Messias deixar a pasta após a derrota no Senado. A ideia é que o ministro tenha um espaço para avaliar o que fazer.

Vaga em outro ministério

Ainda não há decisão final sobre o futuro de Messias. A expectativa é de uma nova conversa com Lula após o retorno das férias para confirmar a trajetória a seguir. Pessoas próximas ao ministro indicam que a tendência é permanecer na AGU.

Nesta terça-feira (12), Lula voltou a mencionar a possibilidade de criar o Ministério da Segurança Pública, caso a PEC de segurança pública avance no Congresso. Chegam a circular rumores de que Messias poderia assumir esse novo ministério, mas as fontes próximas ao ministro classificam isso como especulação.

O caso marca a primeira rejeição histórica de um indicado do presidente para o STF em 132 anos de história do Senado. Messias recebeu 34 votos favoráveis, 7 a menos do que os 41 necessários para aprovação.

Contexto político e perspectivas

A decisão de Lula sobre o caminho a seguir tem sido debatida entre diferentes setores da gestão. Alguns defendem uma nova indicação ao STF após as férias; outros recomendam aguardar as eleições. O presidente tem feito reuniões com aliados para entender o cenário.

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