- O ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou ser radicalmente contra indenizações e compensações na transição pela PEC que prevê o fim da escala 6×1.
- A declaração foi feita nesta terça-feira durante audições na Comissão Especial que discute o tema.
- Durigan disse que é contrária à ideia por conceito, defendendo que a titularidade da hora de trabalho é do trabalhador, não do empregador.
- Ele afirmou que o debate deve ser enfrentado de forma franca e que não cabe indenização.
- O ministro citou referências históricas, como a escravidão, ao mencionar o contexto das leis trabalhistas ao justificar sua posição.
O ministro da Fazenda, Dário Durigan, afirmou nesta terça-feira (12) que é radicalmente contra indenizações e compensações durante a transição pela PEC que prevê o fim da escala 6×1. A declaração ocorreu durante a abertura de sua fala na Comissão Especial que analisa o tema.
Durigan destacou que a posição é contrária por conceito, lembrando que a titularidade da hora trabalhada não pertence ao empregador. Ele afirmou que o debate precisa ser enfrentado de forma franca, pois não cabe indenização nesse processo.
O ministro reforçou que o tema envolve escolhas sobre regras trabalhistas e que não há espaço para compensações financeiras nesse movimento. A fala integra o conjunto de argumentos apresentados pelo governo em defesa da proposta de adequação da jornada.
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