- O ministro Kassio Nunes Marques tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral, substituindo a ministra Cármen Lúcia.
- O vice-presidente é o ministro André Mendonça; ambos foram indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Kassio Nunes Marques pretende realizar um teste público nas urnas eletrônicas nos próximos dias para reforçar a confiança no sistema.
- O TSE foca na fiscalização de conteúdos gerados por inteligência artificial, com proibição de conteúdos político-eleitorais nos 72 horas antes e nas 24 horas após a votação.
- A posse reuniu o presidente Lula, além de autoridades, e Dias Toffoli ocupará a terceira vaga no TSE, indicado pelo presidente Lula; Kassio tem 53 anos e é natural de Teresina.
Kassio Nunes Marques tomou posse como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta sexta-feira, com André Mendonça na vice-presidência. A cerimônia ocorreu no TSE para definir a condução das eleições de outubro, sob argumento de ampliar a segurança eleitoral.
Ele sucede Cármen Lúcia, que cumpriu dois anos à frente do tribunal, em uma posse marcada pela presença de autoridades nacionais, entre elas o presidente Lula, presidentes do Senado e da Câmara, além de ministros do STF, deputados e senadores.
A nomeação reforça o papel do TSE na supervisão do pleito, com Kassio Nunes Marques divulgando planos de realizar um teste público nas urnas nos próximos dias para fortalecer a percepção de confiabilidade do sistema de votação.
Composição e indicações
Entre as mudanças, Mendonça assume como vice-presidente do TSE, mantendo o comando judicial com uma equipe já indicada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
A terceira vaga destinada ao STF no TSE será ocupada por Dias Toffoli, indicado pelo presidente Lula. Kassio Nunes Marques tem 53 anos e é natural de Teresina, no Piauí, com histórico como advogado, desembargador e vice-presidente do TRF1, em Brasília.
Desafios e regras
O tribunal também trabalha para fiscalizar conteúdos produzidos por inteligência artificial relacionados a temas eleitorais, com regras que proíbem divulgações nas 72 horas antes e nas 24 horas após a votação. Desafios adicionais incluem monitorar a atuação de IA na propaganda política e na disseminação de informações.
Entre na conversa da comunidade