- Moraes abriu prazo de 15 dias para a Defensoria Pública da União apresentar a defesa de Eduardo Bolsonaro na ação por coação contra ministros do STF.
- A decisão veio um dia after a Procuradoria-Geral da República pedir a condenação do ex-deputado.
- A PGR afirma que Eduardo atuou para pressionar autoridades a partir de articulações feitas nos Estados Unidos.
- Segundo a Procuradoria, ele buscou apoio político no exterior para defender sanções contra ministros do STF e medidas econômicas contra o Brasil.
- O caso faz parte de investigações sobre pressões e tentativas de constrangimento a integrantes da Corte; Eduardo perdeu o mandato no início deste ano e mantém interlocução com aliados nos Estados Unidos.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, abriu prazo de 15 dias para a Defensoria Pública da União apresentar a defesa de Eduardo Bolsonaro na ação por coação no curso do processo contra ministros da Corte. A decisão ocorreu um dia após a PGR pedir a condenação do ex-deputado. A acusação sustenta que Eduardo pressionou autoridades a partir de articulações nos EUA.
A PGR afirma que o ex-deputado buscou apoio político no exterior para defender sanções contra integrantes do STF e medidas econômicas contra o Brasil. O caso integra investigações sobre pressões e tentativas de constrangimento a autoridades da Corte, apontando que as ações dariam beyond do debate político e visariam interferir no andamento de processos.
Eduardo Bolsonaro está sem mandato desde o início deste ano, após perder a cadeira na Câmara. Ainda assim, ele mantém atuação junto a aliados do bolsonarismo nos Estados Unidos, segundo a investigação em curso.
Situação atual
O processo segue no STF, sem data de julgamento marcada para o momento. Ainda não houve manifestação pública da defesa de Eduardo Bolsonaro sobre o conteúdo da acusação. A investigação continua para apurar a natureza das supostas articulações.
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