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PF desarticula grupo suspeito de fraudar licitações da Seapa no RJ e SP

PF deflagra Operação Castratio para desarticular grupo suspeito de fraudar licitações em contratos da Seapa no RJ e SP, voltados à castração de animais, totalizando R$ 200 milhões

Agentes cumprem 12 mandados de busca e apreensão no RJ e em SP, expedidos pelo STF
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  • A Polícia Federal deflagrou a operação Castratio para desarticular grupo suspeito de fraudar licitações em contratos vinculados à Seapa.
  • A ação ocorreu nesta terça-feira (12) e cumpriu 12 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em municípios do Rio de Janeiro (Itaocara, Macaé, Niterói e a capital) e em São Paulo (São Roque e Mairinque).
  • A investigação aponta direcionamento, superfaturamento e fraude à licitação nos contratos firmados entre o governo do estado e empresa privada.
  • Os contratos são para serviço de castração e esterilização de animais e somam R$ 200 milhões.
  • Além de organização criminosa, os investigados podem responder por frustrar o caráter competitivo da licitação, lavagem de dinheiro e outros crimes que surgirem durante as apurações.

A Polícia Federal deflagrou a Operação Castratio nesta terça-feira (12) para desarticular um grupo suspeito de fraudar licitações em contratos vinculados à Seapa, a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Rio de Janeiro. A ação visa contratos relacionados a serviços de castração e esterilização de animais.

A operação envolve 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo STF, em municípios do Rio de Janeiro — Itaocara, Macaé, Niterói e a capital — e em São Paulo, em São Roque e Mairinque. As diligências continuam conforme a investigação avança.

Segundo as apurações, os contratos sob suspeita foram firmados entre o Governo do Estado e uma empresa privada, com indícios de direcionamento, superfaturamento e fraude à licitação. A PF aponta que as irregularidades podem comprometer o caráter competitivo do certame.

Além de organização criminosa, os investigados podem responder por fraudes contra licitações, lavagem de dinheiro e outros crimes que apareçam ao longo das investigações, conforme avançarem as apurações.

Os contratos sob investigação somam aproximadamente R$ 200 milhões e abrangem serviços de castração e esterilização de animais. A PF não informou prisões até o momento, ressaltando que as diligências seguem em andamento.

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