- A Procuradoria-Geral da República pediu ao STF a condenação de Eduardo Bolsonaro por coação nos processos ligados ao golpe de Estado de 2023.
- A PGR afirma que o ex-deputado pressionou o governo dos Estados Unidos para impor sanções ao Brasil e a membros do judiciário, tentando favorecer uma anistia ampla aos réus.
- Segundo a acusação, Eduardo se mudou para os EUA no início de 2025 e deixou o mandato, mantendo atuação política no exterior.
- A principal evidência, segundo a PGR, ocorreu em 9 de julho, quando Donald Trump anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros e criticou o processo contra Jair Bolsonaro.
- A PGR cita vídeos em que Eduardo Bolsonaro reconhece publicamente a atividade ilegal.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação nos processos ligados à tentativa de golpe de Estado de 2023. A peça envolve suposta pressão sobre autoridades para favorecer o desfecho judicial.
Segundo a PGR, Eduardo, que deixou o mandato e se mudou para os EUA no início de 2025, buscou influenciar Washington para impor sanções ao governo brasileiro e a membros do judiciário.
A acusação sustenta que o objetivo era viabilizar uma anistia ampla a investigados no caso do golpe. A principal evidência apontada envolve a resposta do governo norte-americano a ações associadas ao tema.
A PGR cita ainda vídeos do ex-parlamentar em redes sociais, nos quais ele reconheceria publicamente a atuação questionável. A defesa não foi detalhadamente apresentada neste texto.
Contexto do caso
- Ao abrir o inquérito, a PGR destacou mensagens e contatos que, segundo a acusação, demonstrariam tentativa de coação.
Provas
- Entre os elementos considerados, a PGR aponta declarações associadas a pressões externas e referências a medidas restritivas.
Entre na conversa da comunidade