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Por que Nunes Marques convidou Bolsonaro e Collor, presos, para posse no TSE

Nunes Marques convida Bolsonaro e Collor, ambos em regime domiciliar, para a posse no TSE, seguindo protocolo que inclui ex-presidentes

Jair Bolsonaro na garagem de sua residência em Brasília, onde cumpre prisão domiciliar - 11/09/2025
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  • Kassio Nunes Marques convidou Bolsonaro e Fernando Collor de Mello para a cerimônia de posse do TSE nesta terça-feira, às 19h, em protocolo da presidência da Corte.
  • A lista oficial envolve cerca de 1.500 convidados, entre Congresso, ministros de estado e presidentes de tribunais.
  • Jair Bolsonaro cumpre regime domiciliar após condenação de 27 anos e três meses por tentativa de golpe; defesa busca revisão criminal e estudo da dosimetria.
  • Fernando Collor foi condenado a oito anos e dez meses por corrupção e está em regime domiciliar desde diagnóstico de Mal de Parkinson.
  • A posse ocorre em meio a expectativa de eleição polarizada, com Lula e Flávio Bolsonaro como protagonistas, e Nunes Marques deve adotar um perfil menos ativo na gestão do TSE.

O ministro Kassio Nunes Marques, futuro presidente do TSE, convidou ex-presidentes para a cerimônia de posse da Corte eleitoral. A lista inclui Jair Bolsonaro e Fernando Collor de Mello, ambos em regime domiciliar. A cerimônia ocorre nesta terça-feira, 12, às 19h, no TSE, em Brasília.

Segundo a assessoria de Nunes Marques, o protocolo inclui a presença do presidente da República em exercício e de ex-mandatários vivos. Estima-se a participação de cerca de 1.500 convidados, entre parlamentares, ministros de Estado e presidentes de tribunais.

Bolsonaro cumpre prisão domiciliar após condenação por participação em tentativa de golpe após as eleições de 2022. Seus advogados avaliam pedidos de revisão criminal e possibilidades de redução de pena, com base na legislação de dosimetria. Ele permanece em isolamento domiciliar, sem contatos com terceiros.

Collor, condenado a oito anos e dez meses em processo de corrupção, também pode ter participação na cerimônia por convite formal. Ele já registrou histórico de prisão, mas está em regime domiciliar após diagnóstico de Mal de Parkinson. Ambos têm idades próximas, com 77 e 71 anos, respectivamente.

Nunes Marques assume a chefia do TSE em um momento de expectativa para as eleições, que prometem acirrar o jogo político entre aliados de Lula e da base de Bolsonaro. A gestão do ministro deve se caracterizar por maior prudência e reação a campanhas, segundo análises técnicas sobre o pleito de 2026.

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