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PT conversa com Pacheco; aliança em MG permanece em aberto

PT mantém cenário aberto em Minas; reunião com Rodrigo Pacheco não definiu apoio e prioridade é ouvir a militância mineira antes de fechar palanque

Lula e Pacheco durante cerimônia oficial em 2024; senador mineiro é cotado para ser o candidato do PT ao governo de Minas Gerais em 2026
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  • PT se reuniu com o senador Rodrigo Pacheco, em 12 de maio de 2026, para discutir a possibilidade de palanque de Minas, mas a conversa terminou sem definição.
  • O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que as negociações vão continuar e que há pontos a resolver, devendo ouvir o PT mineiro antes de qualquer compromisso formal.
  • Pacheco não está convencido apenas com a bênção do PT; avalia que é preciso estrutura política, mobilização de militância e presença regional para disputar o governo de MG.
  • Há uma questão de timing: a alternativa oferecida por Davi Alcolumbre (União Brasil) é considerada como possível fim de carreira para Pacheco, e disputar o governo mineiro traria mais visibilidade.
  • Minas Gerais, com cerca de dezesseis milhões de eleitores, é o segundo maior colégio eleitoral do país; a Quaest aponta cenários com Cleitinho Azevedo liderando as intenções de voto, e Pacheco aparecendo em posições variadas conforme o cenário.

O PT se reuniu nesta terça-feira, 12 de maio de 2026, em Brasília, com o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para discutir a eventual candidatura do ex-presidente do Senado nas eleições de 2026. A conversa ocorreu após a cerimônia de posse de Kássio Nunes Marques no TSE.

O encontro não definiu alianças ou datas; Edinho Silva informou que as negociações devem seguir, com a participação de lideranças do PT de Minas Gerais. O próximo passo é ouvir o conjunto das lideranças mineiras antes de qualquer decisão formal.

Pacheco não está satisfeito apenas com o aval do PT. A avaliação de seu entorno aponta a necessidade de estrutura política robusta, mobilização de militância e presença significativa no interior do estado para viabilizar a disputa.

Pelo lado federal, há expectativa de aproximação entre Pacheco e o presidente Lula, que já sinalizou interesse em um palanque competitivo em Minas. Lula tem repetido que não há plano alternativo para a disputa no estado.

Minas Gerais é o segundo maior colégio eleitoral do país, com cerca de 16 milhões de eleitores, e teve peso decisivo na vitória de Lula em 2022. A importância regional sustenta o interesse de PT e aliados na definição do palanque mineiro.

Levantamentos sobre intenções de voto indicam cenáriovw com Cleitinho Azevedo liderando em um conjunto de cenários, enquanto Kalil aparece em outros, com Pacheco figurando entre as opções em 12% a 18% conforme o cenário.

Em aberto: próximos passos

A conversa entre PT, Pacheco e outras lideranças deve continuar, sem prazo fixo para fechamento de posição. As próximas semanas devem trazer novas avaliações sobre mobilização e tempo para a definição final.

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