- no senate da Carolina do sul, 29 a 17, cinco republicanos apoiaram os democratas para rejeitar o plano de redesenho eleitoral; Trump havia pedido apoio.
- a inflação dos EUA subiu para 3,8% em abril, impulsionada pela guerra no Irã e pelo aumento dos preços de energia e itens do dia a dia.
- Marty Makary deixou a FDA após brigas com a administração Trump sobre vape de fruta, encerrando 13 meses no cargo.
- Kash Patel negou sob juramento as acusações de consumo excessivo de álcool e ausências, classificando-as como farsa e acionou a publicação com ação de difamação.
- sobreviventes de Jeffrey Epstein retornarão a Palm Beach, na Flórida, para uma audiência no Congresso sobre abusos cometidos pelo antigo condenado.
O Senado da Carolina do Sul rejeitou nesta terça-feira um plano de redistritamento que recebia a pressão de Donald Trump para alinhar o mapa das Câmaras às diretrizes do governo federal. A votação ocorreu em Columbia, durante a tarde, e resultou em 29 votos a 17, duas abstenções acima do necessário para aprovar com a maioria simples. Cinco republicanos votaram com todos os democratas para rejeitar a proposta.
A menos de dois terços, o placar não assegurou a amplitude exigida para a aprovação. A manobra ocorre no contexto de esforços de republicanos para redesenhar mapas eleitorais após decisões judiciais que afetaram leis civis e discriminação. O saldo foi visto como uma sinalização de resistência a instruções externas sobre o tema.
Trump intensificou a pressão na segunda-feira, publicando nas redes sociais que iria acompanhar de perto a evolução do processo com o objetivo de ver o mapa redesenhado. Em resposta, Shane Massey, líder da maioria republicana no Senado, defendeu a posição de não ceder às pressões, destacando a responsabilidade de agir pela segurança pública.
Distensão entre a liderança republicana e o esforço de redistritamento
Massey reconheceu que pode enfrentar críticas intensas, inclusive de Trump, pela decisão de não seguir o roteiro de outros estados dominados pelo GOP. O senador afirmou que o uso legítimo do poder, neste caso, é tornar as pessoas mais seguras, não punir. Ele reiterou que o objetivo é melhorar a governabilidade sem abusar do poder.
Entre na conversa da comunidade