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Starmer nega renúncia diversas vezes em 2026 após polêmica com Epstein

Starmer nega renúncia pela quinta vez em 2026; pressão aumenta após ligações com Epstein, com 81 parlamentares trabalhistas pedindo sua saída

Primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. Foto: James Manning/PA via AP
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  • O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou nesta terça-feira, 12, que não renunciará ao cargo, em meio à pressão crescente.
  • A BBC informou que 81 parlamentares trabalhistas já pediram publicamente a renúncia de Starmer.
  • A crise começou em fevereiro, associando Starmer aos laços entre o ex-embaixador britânico e o financista Jeffrey Epstein.
  • Mandelson assumiu o cargo em fevereiro do ano passado e deixou-o sete meses depois; em março, houve prisão por má conduta e divulgação de que ele recebeu dinheiro de Epstein.
  • Documentos de março mostraram que nomear Mandelson representava um risco reputacional; mesmo assim, Starmer prosseguiu com a nomeação.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou nesta terça-feira, 12 de 2026, que não pretende renunciar ao cargo. A declaração acontece em meio à pressão crescente no governo, após a divulgação de evidências ligadas ao caso Epstein.

A polêmica envolve a nomeação de Peter Mandelson para um cargo diplomático, conhecidas as ligações com Jeffrey Epstein. Mandelson já havia exercido o cargo de embaixador e voltou a figurar entre os assuntos de interesse público na condução do governo.

Desde fevereiro, a situação alimenta questionamentos sobre a capacidade de Starmer governar. Em 10 de fevereiro, o premiê afirmou que não deixaria o posto, em meio à saída de assessores próximos e a pedidos de renúncia de parte da oposição.

De acordo com a BBC, 81 parlamentares trabalhistas já pediram publicamente a renúncia de Starmer. O tema ganhou força após revelações sobre a relação entre Mandelson, Epstein e troca de informações confidenciais.

Em março, documentos oficiais sinalizaram que Starmer foi alertado sobre o risco reputacional ao nomear Mandelson. Mesmo assim, auxiliares próximos defenderam a nomeação, enquanto o tema seguia sob escrutínio público.

Ao longo do episódio, a gestão do governo enfrentou desfoques sobre estabilidade e liderança, com impactos também na percepção de responsabilidade política dentro do Partido Trabalhista. A imprensa acompanha desdobramentos e eventuais reações institucionais.

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