- O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, participa do Fórum VEJA Brazil Insights Nova York com tom de pré-campanha e defende mudanças amplas no país.
- Zema critica o STF, aponta um tribunal desacreditado e afirma que o Brasil vive crise de credibilidade institucional.
- Propõe alteração nas regras de indicação para o STF, sugerindo idade mínima de sessenta anos e maior participação de OAB, CNJ, STJ e Procuradoria-Geral da República no processo de escolha.
- Defende cortes de gastos públicos, privatizações e endurecimento da segurança, incluindo a classificação de facções criminosas como organizações terroristas.
- Diz ter economizado bilhões de reais na gestão de Minas Gerais ao abrir mão de privilégios e reduzir despesas, e afirma que iniciou uma peregrinação pelo Brasil para apresentar seu projeto político nacional.
Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, participou do Fórum VEJA Brazil Insights em Nova York, apresentando um tom voltado à pré-campanha nacional. O foco foi um chamado a um “choque moral, ético e fiscal” no país, segundo ele, para enfrentar a avaliação negativa do eleitor.
Sem mencionar ministros específicos do STF, Zema criticou a atuação da Corte, afirmando que o tribunal está desacreditado e perde a relação com a população. O discurso apontou a necessidade de recuperar a confiança institucional no Brasil.
Propostas para o STF foram destacadas pelo ex-governador, com defesa de mudanças nas regras de indicação. Entre as propostas, ele citou idade mínima de 60 anos e maior participação de instituições como OAB, CNJ, STJ e PGR no processo de escolha.
Em seguida, Zema reiterou bandeiras de controle de gastos públicos, privatizações e endurecimento da segurança pública. Ele afirmou que o Brasil normalizou mais de 40 mil homicídios por ano e sugeriu a classificação de facções criminosas como organizações terroristas.
O palestrante citou a própria gestão em Minas como exemplo de eficiência, alegando economia de bilhões de reais ao abrir mão de privilégios e reduzir despesas. Segundo ele, a experiência mineira evidencia resultados de uma gestão austera.
Por fim, Zema anunciou uma peregrinação pelo Brasil com o objetivo de apresentar seu projeto político nacionalmente, fortalecendo o conteúdo de sua pré-candidatura. O tom foi de defesa de reformas estruturais e de credibilidade institucional.
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