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Alcolumbre não aplaude Messias durante posse no TSE ao lado de Lula

Durante a posse de Kassio Nunes Marques no TSE, Alcolumbre não aplaude Messias, sinalizando tensões entre Lula e o Senado após a rejeição

Autoridades durante salva de palmas a Jorge Messias; Alcolumbre decidiu não aplaudir
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  • Durante a posse de Kassio Nunes Marques como presidente do TSE, Davi Alcolumbre não aplaudiu o advogado-geral da União Jorge Messias; outros presentes, como Hugo Motta e Edson Fachin, também não aplaudiram.
  • A salva de palmas foi puxada pelo presidente da OAB, Beto Simonetti, e durou cerca de trinta segundos.
  • Alcolumbre estava ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do procurador-geral da República; a relação entre Lula e Alcolumbre está estremecida após a rejeição de Messias pelo Senado.
  • Messias foi indicado por Lula para o Supremo Tribunal Federal, mas teve a sabatina no Senado rejeitada por quarenta e dois votos a trinta e quatro, em decisão articulada por Alcolumbre.
  • O episódio ilustra a derrota política do governo Lula no Senado; na posse, Lula e Alcolumbre permaneceram lado a lado, sem cumprimentos nem conversa durante a cerimônia.

Ao lado de Lula, Alcolumbre não aplaude Messias durante posse no TSE

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, não acompanhou a salva de palmas a Jorge Messias durante a posse dele como advogado-geral da União, no TSE, na noite de terça-feira, 13. A cerimônia formalizou Kassio Nunes Marques como presidente da Corte.

Aplaudido pela OAB, Messias foi citado como responsável por cumprimentos à advocacia brasileira. Mesmo assim, Alcolumbre permaneceu em silêncio, assim como outros líderes presentes, em especial Hugo Motta e Edson Fachin.

Alcolumbre estava ao lado de Lula e do procurador-geral Paulo Gonet, prestigiando a posse de Kassio Nunes Marques. A presença do grupo sinalizou apoio institucional à troca no comando do TSE.

A disputa entre Alcolumbre e Messias se deu após a recusa de sabatina do indicado ao STF. Messias havia sido escolhido pelo governo Lula para uma vaga, mas o senador tinha preferência por Rodrigo Pacheco.

A sabatina traz duas etapas: comissão e plenário. Messias teve apoio na CCJ, mas foi rejeitado no plenário, em uma votação de 42 a 34, em atuação atribuída a articulações de Alcolumbre.

Desde a rejeição, a relação entre Lula e Alcolumbre ficou tensa. Na posse no TSE, Lula e Alcolumbre sentaram-se lado a lado, sem cumprimentos ou conversa durante a cerimônia de mais de uma hora.

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