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Alesp adia suspensão de Lucas Bove após sessão conturbada

Alesp adia a suspensão de Lucas Bove após sessão de bate-boca; novo relator é designado para o caso

Sessão do Conselho de Ética da Alesp que debatia suspensão de Lucas Bove (PL) teve protestos e bate-boca; processo foi adiado
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  • Conselho de Ética da Alesp adiou a votação da suspensão do deputado Lucas Bove (PL) para a próxima sessão, após bate-boca entre parlamentares.
  • O relatório de Emídio de Souza (PT), que recomendava a suspensão, teve cinco votos contrários à punição e dois favoráveis.
  • Na mesma sessão, foi votado o arquivamento do pedido de cassação do deputado Guto Zacarias (Missão).
  • A deputada Mônica Seixas (PSOL) mostrou gravação de reunião anterior em que acusou Bove de falar com “dedo em riste” e pediu que ele abaixasse o tom; Bove rebateu.
  • O presidente do Conselho, Delegado Olim (PP), inicialmente defendeu Bove, mudou de posição e designou Eduardo Nóbrega (MDB) para apresentar um novo relatório a ser votado na próxima sessão.

O Conselho de Ética da Alesp adiou, nesta quarta-feira (13), a votação do pedido de suspensão do deputado Lucas Bove (PL). A sessão ocorreu na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, em meio a protestos e bate-boca entre parlamentares. A intenção era deliberar sobre uma penalidade de 30 dias de suspensão.

O adiamento ocorreu após o presidente do Conselho, Delegado Olim (PP), sinalizar a possibilidade de arquivar o processo. Em seguida, o relator designado, Eduardo Nóbrega (MDB), ainda não apresentou o relatório final para votação na próxima sessão. O caso envolve representação de Mônica Seixas (PSOL) e envolve acusações de violência política de gênero.

Quem está envolvido é Lucas Bove, deputado do PL, alvo de suspensão; Mônica Seixas, apresentadora da representação; Professora Bebel, deputada do PT, citada em vídeos apresentados; e o presidente do Conselho, Delegado Olim, que defendia uma avaliação inicial. Emílio de Souza (PT) apresentou relatório inicial recomendando suspensão, com cinco votos contrários à punição e dois favoráveis, para ser apreciado.

A decisão de adiar a votação manteve o processo em aberto, com o novo relator designado para apresentar um parecer na próxima sessão. O episódio marca mais uma etapa de tensões entre base do governo e oposição na Casa, sem conclusão sobre a penalidade prevista.

O caso remete a episódio de setembro, quando Bove se envolveu em troca de acusações com deputadas, sob a acusação de violência política de gênero, após uma representação de Seixas. O andamento continuará apenas na próxima sessão, com o encaminhamento de relatório de Nóbrega.

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