- Amazonas desativou a unidade prisional da Polícia Militar em Manaus e transferiu 71 policiais presos para uma nova unidade na BR-174, na zona rural da capital.
- A operação foi realizada nesta terça-feira (12) e contou com a participação do Ministério Público, da Polícia Militar e da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).
- a transferência é desdobramento da operação Sentinela, deflagrada em março após a fuga de 23 PMs do local em 27 de fevereiro.
- o antigo núcleo passa a receber presos provisórios e definitivos, enquanto a nova unidade ficará exclusivamente para detentos militares, com capacidade inicial de 72 vagas.
- a transferência, prevista na segunda fase da Sentinela Maior, ocorreu após assinatura de um termo de ajustamento de conduta e envolveu 180 agentes, três ônibus e apoio logístico da Seap.
O governo do Amazonas desativou a unidade prisional da Polícia Militar em Manaus e transferiu 71 policiais militares presos para uma nova estrutura instalada na BR-174, na zona rural da capital. A operação ocorreu nesta terça-feira (12) e foi coordenada pelo Ministério Público, pela PM e pela Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária).
A transferência é desdobramento da operação Sentinela, deflagrada em março após a fuga de 23 PMs ocorrida em 27 de fevereiro. Dois policiais da unidade foram presos preventivamente, sob suspeita de facilitar a evasão; os nomes não foram divulgados. A PM informou que instaurou apuração pela Diretoria de Justiça e Disciplina.
Os custodiados foram encaminhados à nova Unidade Prisional da Polícia Militar, instalada no antigo Cefec (Centro Feminino de Educação e Capacitação). A operação envolveu 180 agentes, forças especiais e três ônibus, com negociação de seis horas para cumprir o TAC com Seap.
Segundo o Ministério Público, a transferência integra a segunda fase da operação, chamada “Sentinela Maior”, após a assinatura do acordo. O objetivo é ampliar o controle administrativo, aumentar a segurança pública e melhorar as condições de custódia dos detentos.
Com a mudança, o antigo núcleo prisional passará a receber presos provisórios e definitivos, enquanto a nova unidade atenderá exclusivamente detentos militares, com capacidade inicial de 72 vagas. A PM ficará responsável pela gestão, com apoio logístico da Seap para alimentação e transporte. A Seap não respondeu até a publicação.
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