- O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou a decisão do governo de acabar com a chamada “taxa das blusinhas”, cobrança de 20% de imposto de importação para encomendas internacionais de até US$ 50, criada em 2024.
- Disse que a medida foi tomada sem discussão prévia e pode prejudicar a indústria têxtil brasileira, que, segundo ele, se beneficiava da taxação para manter empregos.
- Amin destacou que a cobrança havia sido aprovada pelo Congresso Nacional em acordo com o governo, com o objetivo de proteger empregos e a cadeia produtiva do setor.
- O senador também criticou o Ministério dos Transportes e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pela demora na solução das obras no Morro dos Cavalos, em Santa Catarina.
- Segundo Amin, a ANTT ainda não concluiu os procedimentos para transferir à concessionária a responsabilidade pela execução da obra.
O senador Esperidião Amin (PP-SC) criticou, em videoconferência nesta quarta-feira (13), a decisão do governo de extinguir a chamada taxa das blusinhas. A cobrança era de 20% de imposto de importação para encomendas internacionais de até US$ 50 e havia sido criada em 2024.
Amin afirmou que a decisão foi tomada sem discussão prévia e prejudica a indústria têxtil brasileira. Segundo ele, a cobrança havia sido implementada após acordo com o governo e visava proteger empregos e a cadeia produtiva do setor.
Ele ressaltou que o governo concordou com a taxação para defender a indústria que mais emprega na cadeia têxtil e que a mudança atual soa como politicagem. O senador também criticou o Ministério dos Transportes e a ANTT pela demora em soluções para obras no Morro dos Cavalos, em Santa Catarina.
Atraso em obra no Morro dos Cavalos
A Amin afirmou que a ANTT ainda não concluiu os procedimentos para transferir à concessionária a responsabilidade pela execução da obra. Segundo ele, a demora prejudica a conclusão dos trabalhos e a proteção da via.
Participação das autoridades e prazos não foram detalhados, mas a cobrança antiga era vista como instrumento de proteção ao setor têxtil brasileiro. A notícia aponta para conversa entre governo, Congresso e setor produtivo como elemento central do tema.
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