- Áudio de Flávio Bolsonaro pede recursos a Daniel Vorcaro para o filme sobre a vida do pai, divulgado recentemente.
- Flávio afirma ter buscado investidores privados para um filme privado e nega irregularidades; a Polícia Federal aponta pagamento de R$ 61 milhões de Vorcaro à produção entre fevereiro e maio de ২০২5.
- A produção é filmada nos Estados Unidos; a produtora e o deputado Mário Frias negam que haja dinheiro de Vorcaro na obra.
- No áudio, o senador cobra um posicionamento de Vorcaro sobre parcelas pendentes e comenta que a situação é um dos momentos mais difíceis.
- A repercussão atingiu pré-candidatos: Romeu Zema chamou a situação de imperdoável; Ronaldo Caiado pediu explicações; a liderança do PT na Câmara classificou como grave e pediu investigação; o Planalto ainda não se manifestou.
O áudio de Flávio Bolsonaro solicitando recursos a Daniel Vorcaro para um filme sobre a vida do pai gerou reação no meio político. Em Brasília, a repórter Gabriela Milanezi informou que o senador confirmou ter pedido recursos ao ex-banqueiro, afirmando não ter cometido irregularidades. A produtora do longa e o deputado Mário Frias negaram que haja dinheiro de Vorcaro na produção, filmada nos Estados Unidos.
A mensagem, segundo o material divulgado, foi enviada em setembro do ano passado. No áudio, o senador cobra de Vorcaro um posicionamento sobre parcelas pendentes da produção. Ele afirma estar enfrentando um momento difícil e preocupa-se com o efeito para o filme.
O filme conta com participação de artistas internacionais, entre eles Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente. A PF revelou que Vorcaro teria pago cerca de 61 milhões de reais pela produção entre fevereiro e maio de 2025.
Contexto e desdobramentos
Em vídeo divulgado no fim do dia, Flávio Bolsonaro disse que buscava investidores privados para um filme privado sobre a história do pai. Ele negou ter oferecido vantagens ou promovido encontros fora da agenda, reiterando o pedido pela instalação da CPI do Banco Master.
A repercussão alcançou pré-candidatos à Presidência. Romeu Zema classificou a situação como imperdoável; Ronaldo Caiado pediu explicações. A liderança do PT na Câmara afirmou que o caso é grave e deve ser investigado. O Palácio do Planalto ainda não se manifestou oficialmente.
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