- Vazamento de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro provoca reação de aliados do governo, com Vorcaro preso na sede da Polícia Federal em Brasília e pedidos de investigação sobre o caso.
- O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, disse que o episódio marca o que ele chama de início do fim para a família Bolsonaro, apontando proximidade entre os envolvidos nas mensagens.
- Uczai afirmou que as mensagens revelam intimidade, dependência financeira e cobrança por novos repasses, com Flávio chamando Vorcaro de “irmão” e agradecendo por apoio.
- A deputada Erika Hilton apresentou notícia-crime à Procuradoria-Geral da República solicitando a inclusão de Flávio Bolsonaro nas investigações sobre o Banco Master, com suspeitas de lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção e uso de estruturas financeiras internacionais para financiamento político.
- A deputada Liana Cirne ajuizou ação no Ministério Público Eleitoral para apurar possível propaganda eleitoral antecipada e abuso de poder econômico relacionado ao financiamento do filme “Dark Horse”, com alegações de que Vorcaro destinou cerca de R$ 61 milhões à produção, podendo chegar a R$ 134 milhões.
Integrantes do governo Lula reagiram ao vazamento de áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O material circula entre aliados e reforça pedidos de apuração sobre supostas ligações com o Banco Master. As falas apontam proximidade entre as partes.
Líder do PT na Câmara, o deputado Pedro Uczai afirmou que o episódio sinaliza um desaquecimento político para a família Bolsonaro. Segundo ele, as mensagens revelam intimidade e dependência financeira entre Flávio e Vorcaro.
O parlamentar ressaltou que Flávio se refere a Vorcaro como irmão e agradece pela ajuda financeira, além de pedir apoio para manter contratos e equipes. Outros nomes da base foram citados em críticas públicas.
Notícia-crime
A deputada Erika Hilton ingressou com uma notícia-crime na PGR, pedindo a inclusão de Flávio Bolsonaro nas investigações sobre o Banco Master. A denúncia cita suspeitas de lavagem de dinheiro, tráfico de influência e uso de estruturas financeiras para fins eleitorais.
Outra ação foi aberta pela vereadora Liana Cirne, que pediu apuração no âmbito eleitoral sobre propaganda antecipada ligada a um filme. O documento aponta movimentações superiores a milhões de reais para a produção.
Segundo o material, haveria transferência de recursos envolvendo empresas intermediárias e um fundo nos Estados Unidos, ligado a pessoas próximas à família Bolsonaro. A denúncia sustenta possível financiamento político disfarçado.
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