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Bilynskyj defende PL que permite uso do FGTS para compra de arma

Comissão aprova projeto que autoriza saque anual do FGTS para compra de arma, com comprovação no Sinarm ou Sigma e autorização da PF ou Exército

O deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP) deixa a Superintendência Regional da Polícia Federal no DF e, após conversa com Eduardo Torres, fala com a imprensa
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  • A Comissão de Segurança Pública da Câmara aprovou, em doze de maio, um projeto que autoriza trabalhadores com contas ativas no FGTS a sacar recursos para comprar arma de fogo.
  • O deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), presidente da comissão, defendeu a ideia em entrevista ao Contexto Metrópoles publicada em treze de maio, dizendo que a arma é instrumento de defesa da vida.
  • A votação ocorreu de forma simbólica, sem registro nominal dos votos, e o relatório não chegou a ser lido no colegiado.
  • O saque seria permitido uma vez por ano, sempre no mês de aniversário do trabalhador.
  • Para efetuar o saque, o interessado precisa apresentar documentos de regularidade junto ao Sinarm ou Sigma e a autorização de compra já expedida pela Polícia Federal ou pelo Exército.

O presidente da Comissão de Segurança Pública da Câmara, o deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP), defendeu um projeto que autoriza o uso do FGTS para compra de arma de fogo. A proposta foi aprovada pela comissão na terça-feira (12/5), em votação simbólica.

O texto libera trabalhadores com contas ativas no FGTS a sacar recursos para aquisição de armamento. Bilynskyj disse, em entrevista ao Contexto Metrópoles, que a arma é um instrumento de defesa da vida.

Segundo o projeto, o saque pode ocorrer uma vez por ano, sempre no mês de aniversário do trabalhador. A iniciativa estabelece critérios para o acesso ao recurso.

Para sacar, o interessado precisa comprovar regularidade junto ao Sinarm ou Sigma. Também deverá apresentar a autorização de compra já expedida pela PF ou pelo Exército.

A proposta não registra os votos dos parlamentares na comissão, e o relatório não chegou a ser lido formalmente. A etapa seguinte depende de apreciação em outras casas e de eventuais mudanças no texto.

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