- Durante a sessão do STF, no dia treze, o presidente Edson Fachin anunciou o resultado da eleição formal para vagas no TSE, após a saída de Cármen Lúcia.
- Para a vaga de ministro substituto no TSE, foi eleito Flávio Dino, com nove votos, enquanto Luiz Fux teve um voto.
- Dias Toffoli foi escolhido para a vaga de ministro efetivo do TSE, abrindo espaço para a cadeira de substituto.
- Fachin explicou que os ministros não votam em si mesmos, o que explica a ausência de unanimidade formal.
- Dino celebrou a vitória e brincou que, proporcionalmente, foi a maior votação de sua vida, lembrando ter sido governador do Maranhão com cerca de 1,9 milhão de votos.
Após a sessão plenária do STF nesta quarta-feira, 13, o presidente da Corte, ministro Edson Fachin, anunciou o resultado da eleição formal para preencher vagas no TSE após a saída de Cármen Lúcia da Corte Eleitoral. A decisão ocorreu na vaga de membro substituto.
Para a cadeira de substituto, o escolhido foi o ministro Flávio Dino, que recebeu 9 votos. O ministro Luiz Fux obteve 1 voto. O resultado não era unânime formalmente, já que os ministros não podem votar em si mesmos.
Essa eleição ocorreu após a nomeação de Dias Toffoli para o cargo de ministro titular, abrindo a vaga no TSE. Fachin explicou o funcionamento do processo, destacando que o resultado depende do voto dos pares.
Reações e contexto
Dino, que já exerceu cargos políticos, comentou que a votação teve o maior desempenho relativo de sua carreira. Ele já foi governador do Maranhão, com aproximadamente 1,9 milhão de votos, em eleição com cerca de 2,3 milhões de eleitores.
O ministro ressaltou a participação expressiva, ao comparar com sua maior votação anterior, que ficou próxima de 64% dos votos. A declaração refletiu, segundo ele, a votação obtida na sessão para o TSE.
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