- O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, disse que o projeto da oposição não pode ser apenas “acabar com o PT ou tirar o Lula”, em Nova York.
- Ele afirmou que o campo político está sem representante nesta eleição e reiterou apoio a Ronaldo Caiado, candidato do PSD à presidência.
- Leite participou de painel mediado pelo advogado Luiz Gustavo durante o Brazil Week @ the Journal, promovido por Brasil Journal, Metro Quadrado e PlatôBR.
- O governador comentou como estados podem atrair investimentos após a reforma tributária, citando um fundo gaúcho para financiar setores prioritários, com mobilização prevista de R$ 5 bilhões.
- O evento teve apoio de BAT Brasil, Bichara Advogados, Exa e InvestRS.
Eduardo Leite afirmou que a oposição precisa apresentar propostas concretas, não apenas atacar o PT ou o Lula. O comentário foi feito durante o Brazil Week @ the Journal, almoço promovido por Brazil Journal, Metro Quadrado e PlatôBR, em Nova York.
O governador do Rio Grande do Sul também destacou que seu campo político não tem representação clara nesta eleição, mas reiterou apoio a Ronaldo Caiado, apoiado pelo PSD para a disputa presidencial.
Num painel mediado pelo advogado Luiz Gustavo, Leite comentou sobre estratégias para atrair investimentos estaduais após a reforma tributária, indo além da guerra fiscal. Ele detalhou um fundo criado pelo governo gaúcho com a meta de mobilizar R$ 5 bilhões para financiar setores prioritários.
Contexto
O evento Brazil Week @ the Journal teve o apoio de BAT Brasil, Bichara Advogados, Exa e InvestRS, conforme divulgação dos organizadores. A ideia foi discutir cenários políticos e econômicos de curto e médio prazo no Brasil, com foco em propostas e caminhos para o desenvolvimento regional.
Segundo o governador, o fundo gaúcho representa uma iniciativa para canalizar recursos para atividades estratégicas, buscando reduzir custos tributários e ampliar a competitividade de estados frente à reforma tributária em curso. A programação também tratou de modelos de atração de investimentos e de integração entre estados e setores produtivos.
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