- Flávio Bolsonaro deixou o escritório de pré-campanha no Lago Sul, em Brasília, na noite de quarta-feira, 13 de maio.
- Uma reunião de emergência com Rogério Marinho e Valdemar Costa Neto foi realizada após a divulgação de mensagens entre Flávio e Daniel Vorcaro.
- O material aponta negociação de patrocínio ao filme Dark Horse, sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro; ao menos R$ 61 milhões teriam sido repassados pelo banqueiro, que permanece preso por fraudes no Banco Master.
- Em áudio de setembro de 2025, Flávio cobra parcelas pendentes do patrocínio, citando o risco de gerar reputação negativa para o projeto.
- Flávio Bolsonaro divulgou nota afirmando que houve contatos, negando irregularidades e pedindo a instalação da CPI do Banco Master, destacando que não houve dinheiro público ou recursos da Lei Rouanet.
O senador Flávio Bolsonaro deixou o escritório de pré-campanha em Lago Sul, Brasília, na noite desta quarta-feira (13/5). A retirada ocorreu após a convocação de uma reunião de emergência com líderes do PL, Rogério Marinho e Valdemar Costa Neto, diante das revelações sobre mensagens entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro. A divulgação envolve negociações de patrocínio para um filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro.
A묘 Reunião, que durou cerca de três horas, teve edições de tensão interna segundo interlocutores presentes ao encontro. Flávio Bolsonaro e assessores discutiram as operações de patrocínio envolvendo Vorcaro, ligado ao Banco Master, e o possível fluxo financeiro para o filme Dark Horse, segundo reportagens de veículos conservados pelo Intercept Brasil e pela equipe de reportagem da Metrópoles.
De acordo com as informações divulgadas, Vorcaro teria repassado ao menos 61 milhões de reais para o projeto, ainda sem conclusão. A apuração aponta cobrança de parcelas em atraso por parte de Flávio, que avisou sobre a necessidade de manter o cronograma de patrocínio para não prejudicar a produção.
Flávio Bolsonaro divulgou uma manifestação anteriormente, na qual reconheceu contatos com Vorcaro, mas negou irregularidades. O texto enfatiza a defesa da ideia de instaurar a CPI do Banco Master, enfatizando que não houve uso de dinheiro público nem relações com políticas de incentivo à cultura.
Contexto e desdobramentos
Além de confirmar o contato com Vorcaro, o senador afirmou que o patrocínio seria privado e para uma produção sobre a trajetória do pai. O material não aponta envolvimento de recursos públicos e reforça que não houve intermediação com o governo.
As informações são baseadas em reportagens do Intercept Brasil e do portal Metrópoles, que destacaram mensagens e áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro. As fontes citam o conteúdo obtido por veículos de investigação e o teor das conversas entre as partes.
A reportagem também aponta que Vorcaro permanece preso, em processo relacionado a fraudes financeiras no Banco Master. O caso segue em avaliação pelas autoridades, com a cobertura de veículos especializados em política e justiça.
Entre na conversa da comunidade